Como identificar sintomas da COVID-19

Embora exista uma infinidade de notícias borbulhando na TV, na internet e nos jornais, será mesmo que você sabe identificar de primeira os sintomas da COVID-19?

Por conta da pandemia de coronavírus, é inegável refletirmos sobre os sentimentos de medo e incerteza diante da situação mundial, algo que pode até refletir em sensações equivocadas sobre a doença, deixando as pessoas ansiosas e confusas.

Pensando nisso, trouxemos um miniguia a respeito dos principais sintomas e orientações precisas em relação ao assunto. Prossiga na leitura e confira!

 

Como os sintomas da COVID-19 se manifestam? 

A princípio, devemos compreender quais são os principais sintomas da COVID-19 relatados no mundo todo, presentes nas listas das organizações de saúde e que servem de indicadores a respeito da procura ou não por uma assistência médica. 

A seguir, acompanhe cada um deles e veja de que forma eles se mostram no corpo durante a infecção.

 

Febre

Costuma ser o primeiro sintoma que aparece na manifestação da COVID-19, sendo que a busca por uma avaliação médica é primordial se a febre alta (acima de 37,8º C) persistir por dois ou três dias seguidos. 

O estado febril aparece no corpo justamente no intuito de combater algum agente viral ou bacteriano que se instala no organismo, deixando a pessoa mais propensa a ter desânimo e fraqueza.

 

Fadiga

Se não for resultado de um esforço físico intenso, a fadiga pode preocupar ao aparecer recorrentemente, mesmo que a pessoa esteja em repouso. 

Em situações que envolvem o pessoal do grupo de risco, a tendência é que gere uma certa preocupação e olhar atento, afinal, torna-se um indicador que pode levar a falta de ar posteriormente. 

 

Tosse

Boa parte dos relatos de pessoas sintomáticas que acompanhamos nos noticiários revelam uma característica bem peculiar: uma tosse seca e com pouca secreção. 

Inclusive, a sensação é similar a um “afogamento”, sendo que a piora desse estado clínico, levando a falta de ar, indica que pessoa deve procurar ajuda imediatamente.

 

Espirros

Em pleno outono e com o inverno quase batendo à porta, o número de problemas respiratórios e alergias tendem a aumentar, tendo em vista o tempo seco e a concentração de partículas favoráveis ao espirro. 

No entanto, por mais que esse tipo de sintoma surja, ele não é um dos mais recorrentes, sendo importante então verificar se você não tem rinite ou sinusite e deixar a casa bem arejada e higienizada.

 

Dor de garganta

Em muitos casos, junto a febre, a dor de garganta tende a surgir e deixar a pessoa um pouco mais debilitada, prejudicando a alimentação e, com isso, deixando a imunidade um pouco mais baixa. 

Geralmente, o repouso, a hidratação e o uso de medicamentos analgésicos ajudam a dissipar as dores de garganta, no entanto, ao persistirem os sintomas, você deve procurar ajuda.

 

Perda de sentidos

De acordo com uma publicação do International Forum of Allergy & Rhinology Journal, a perda de sentidos como paladar (ageusia) e olfato (anosmia) já pode ser considerada um dos sintomas da COVID-19. 

De forma geral, esses distúrbios ocorrem ao mesmo tempo que as demais características da doença, sendo que podem aparecer entre 2 a 14 dias e perdurarem por mais algumas semanas, dependendo do estado clínico dos pacientes.

 

Falta de ar

Acompanhada de outros sintomas, a falta de ar, um dos temores dos fumantes, é um dos sintomas mais preocupantes de coronavírus, sendo o ponto crítico da doença e que determina se os pacientes precisam do auxílio de respiradores. 

Porém, vale ressaltar que nem toda falta de ar deve ser encarada como efeito da infecção, pois, conforme o quadro clínico, pode ser uma crise de asma ou, até mesmo, ansiedade.

 

Como a COVID-19 afeta o corpo?

De maneira prática, a incubação do vírus no organismo acontece em um período de 2 a 14 dias, porém, há de se ressaltar que os primeiros sintomas podem aparecer a partir do 5º dia. 

As condições que costumam dar o ar da graça de início são aspectos como febre, fadiga, dor de garganta, tosse e/ou perda dos sentidos, mostrando assim um quadro encarado como leve. 

Quando ainda a situação é controlável, pede-se que a pessoa fique em isolamento por 14 dias, no mínimo, sempre em repouso, alimentando-se bem e hidratando o corpo para não perder imunidade. 

Apenas a partir do 7º dia é que se torna possível ter uma avaliação melhor da evolução dos pacientes, uma vez que a piora do estado se enquadra em casos moderados da doença.

Nos quadros clínicos de maior gravidade, o Sars-Cov-2 pode comprometer metade do pulmão e provocar situações de insuficiência respiratória, necessitando assim de leitos de UTI e ventilação mecânica.

 

 

Quando procurar um médico?

Antes de se desesperar e sair correndo para um hospital, tenha calma e avalie os tipos de sintomas que apresenta, pois os casos considerados leves devem aguardar em quarentena, até mesmo para não criar um colapso no sistema de saúde. 

Se você tiver poucos sintomas e, dentre eles, não aparecer a tosse seca e/ou a falta de ar, a recomendação é que fique em casa até o seu quadro clínico melhorar.

Caso a febre alta persista e esteja aliada a outros sintomas como tosse, fadiga e falta de ar, procure ajuda o quanto antes, especialmente se você tiver problemas respiratórios preexistentes ou comorbidades (duas ou mais doenças relacionadas). 

Ir a um hospital em condições leves pode ser mais prejudicial ainda para você, uma vez que a probabilidade é maior de contaminação ao ter contato com outros pacientes.

 

Como funciona o exame?

À medida que a curva de infecção se alastra pelo mundo, mais formas de testes são utilizadas para identificar as pessoas que devem ser isoladas ou que podem precisar de respiradores se não houver cuidados anteriores. 

Há diversas formas de testar a doença. Por meio da coleta de sangue ou kits rápidos. O exame mais completo é RT-PCR, que, basicamente, consiste em uma análise a partir de biologia molecular. 

Ou seja, por meio de hastes flexíveis colocadas nas narinas e garganta dos pacientes, coleta-se o material genético, que é ampliado em laboratório para verificar se há a presença do coronavírus.

Para encerrarmos, nunca é demais reforçar a importância de higienizar bem as mãos, utilizar máscara ao sair, limpar objetos, não levar a mão ao rosto, entre outros cuidados para que consiga minimizar o risco de apresentar sintomas da COVID-19.

Se você procurou ajuda médica e necessita fazer o teste de coronavírus, então não se acanhe e procure um dos nossos especialistas para saber sobre o exame PCR!

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Dr. Antonio Vitor Ramos de Souza
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