Personagens tomando sol em uma paisagem a céu aberto

Em meio a tantas notícias que nos preocupam diariamente, proteger a família é a prioridade do momento em relação à saúde. Falando nisso, você faz ideia de qual é o nível certo de vitamina D que devemos ter no corpo?

Cuidar do bem-estar é uma forma de prevenir doenças e aumentar a longevidade, de modo que consiga aproveitar melhor a vida e cumprir seus objetivos. No entanto, ficar de olho em alguns indicadores de saúde é essencial para que tudo fique bem.

Neste artigo, você aprenderá desde a função da vitamina D no organismo até como repor esse micronutriente. Acompanhe a leitura e confira!

 

Qual é a função da vitamina D no corpo?

De forma geral, a vitamina D é considerada um micronutriente que atua de maneira efetiva no funcionamento do sistema imunológico, tendo como função ajudar na absorção de cálcio e equilibrar os níveis de açúcar no sangue

Atua como uma espécie de hormônio multifuncional, tendo em vista que tecidos e células contam com receptores para sintetizar essa vitamina.

É uma substância solúvel em gordura, cujas principais vertentes encontradas na natureza são as vitaminas D2 e D3. Porém, os alimentos contam com apenas 10 a 20% de sua quantia, sendo necessário complementar com suplementos ou exposição ao sol. 

Essa poderosa vitamina regula o fornecimento de fósforo para o organismo, sendo benéfica não somente para os ossos, mas para o intestino e rins também.

Em relação à saúde da mulher, por exemplo, a vitamina D se torna primordial porque, durante o período da adolescência, ela auxilia na prevenção da endometriose, infertilidade e síndrome dos ovários policísticos. 

Já durante a gestação, o micronutriente tem a incumbência de prevenir possíveis complicações no parto e a diabetes gestacional.

 

Quais são as consequências dos baixos níveis de vitamina D no corpo?

A princípio, deve-se saber que o índice de vitamina ideal para a população que se encontra em estado saudável é acima de 20 ng/ml. 

Níveis entre 30 a 60 ng/ml são recomendados para grupos como gestantes, idosos, pacientes com osteoporose, doenças inflamatórias e demais situações.

Só que a preocupação permeia quando os níveis estão entre 10 e 20 ng/ml, isso porque é um índice propenso à perda de massa óssea, além do forte risco de causar fraturas

Agora, se os níveis estiverem abaixo de 10 ng/ml é um sinal de emergência no que diz respeito à osteomalácia, que é o enfraquecimento e desmineralização de ossos já em estado maduro, sendo que, nas crianças, o baixo índice pode levar ao raquitismo.

Vale ressaltar também que, quando os índices estão em um estado calamitoso, há fortes chances de a pessoa apresentar espasmos musculares, sensação de fadiga, dor nos ossos, problemas cardiovasculares, hipertensão etc. 

Inclusive, por lidar com o sistema imunológico, a ausência de vitamina D pode resultar em gripes, resfriados e complicações respiratórias, ou seja, fica o alerta no caso de coronavírus.

 

Como verificar o nível de Vitamina D?

Bom, para averiguar o nível certo de vitamina D no corpo é necessário realizar um exame de sangue, sendo que duas formas podem ser identificadas: 25-hidroxivitamina D (calcidiol) e 1,25-di-hidroxivitamina D (calcitriol). 

A primeira é utilizada para saber se há níveis baixos na corrente sanguínea ou não, enquanto a segunda não é uma base tão confiável de medida, pois pode se manter normal, ao contrário da outra.

O calcidiol é a forma a qual a vitamina D fica armazenada, sendo que ele vira calcitriol ao ser convertido pelos rins, promovendo assim a absorção de fósforo e cálcio para equilibrar os níveis sanguíneos. 

Lembrando que os pacientes devem informar se usam algum medicamento e estar em jejum por 4 horas.

 

Quem deve fazer o exame?

Partindo do princípio de que vivemos em um período de muitos casos de hipovitaminose, ou seja, a deficiência de vitamina D no organismo, todos temos que prestar atenção nos indicadores de calcidiol

No entanto, é evidente que alguns grupos merecem uma atenção especial a respeito do tema, de modo que o exame é até mais recomendado nesses casos.

Basicamente, a indicação médica para realizar o exame pode acontecer nos principais tipos de grupos a seguir:

  • idosos;
  • gestantes;
  • bariátricos;
  • pessoas com osteoporose;
  • pacientes com câncer;
  • diabéticos;
  • obesos;
  • pessoas com insuficiência cardíaca;
  • pessoas que não se expõem ao sol;
  • portadores de doenças renais crônicas;
  • anoréxicos;
  • pessoas com doenças inflamatórias;
  • sujeitos com fraturas recorrentes.

 

Como tratar a deficiência no organismo?

Agora que você já sabe o que é a vitamina D, o que os níveis baixos dela causam e qual é o exame que certifica esses níveis, provavelmente deve estar se perguntando como, de fato, pode aumentar o índice desse micronutriente no corpo, certo? 

Pois bem, existem alguns alimentos com uma boa concentração da vitamina e que podem facilitar um pouco sua vida nesse quesito.

Alimentos como bife de fígado, gema de ovo, atum, sardinha, cogumelos, ostra, salmão, leites e variados conseguem repor boas margens de vitamina D no organismo, sendo que muitos deles ainda são ricos em ferro, ômega 3, vitamina A etc

É possível tomar vitamina D por meio de suplementações em óleos, comprimidos, gomas e cápsulas disponíveis em drogarias e lojas de produtos para o bem-estar.

Além disso, existe a possibilidade de manter a vida saudável e repor os níveis ideais de vitamina D por meio da exposição ao sol. Isso porque os raios ultravioletas são responsáveis por 80% da absorção que temos da vitamina no corpo. 

Nem é preciso tomar muito sol, pois 10 minutos já são suficientes para adquirir uma boa quantidade. No entanto, caso fique mais tempo, lembre-se sempre do protetor solar.

 

Por fim, saiba que o nível certo de vitamina D pode ser alcançado com o consumo de 600 a 800 UI (unidades internacionais) por dia entre adultos e idosos, mas só os médicos podem orientar você a respeito da sua real necessidade. É importante enfatizar que níveis diários acima de 4000 UI podem ser tóxicos para os seus rins.

Se você gostou do artigo e ficou na curiosidade para saber um pouco melhor sobre o assunto, converse com seu(sua) médico(a) e agende um exame ainda este ano!

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Dr. Antonio Vitor Ramos de Souza
Responsável Técnico
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