Gripe, resfriado, covid diferença

Qual é a diferença entre a gripe, resfriado e Covid?

Você sabe qual é a diferença entre a gripe, resfriado e Covid? Afinal, como saber qual infecção pegou para se cuidar de forma adequada?

Com a transmissão via gotículas no ar por conta de tosse, conversa ou espirro, a gripe (Influenza), o resfriado (rinovírus, adenovírus e parainfluenza) e a COVID-19 (coronavírus) podem gerar confusão no diagnóstico inicial.

Sendo assim, para que se cuide e possa zelar pela saúde da família, acompanhe a leitura e confira as principais diferenças, atitudes e cuidados!

Quais são as diferenças de sintomas em cada doença?

A diferença entre a gripe, resfriado e COVID-19 tem a ver com a intensidade dos sintomas. Sendo que pessoas com comorbidades e idosos correm mais riscos.

A seguir, você verá os principais sintomas relatados pelos pacientes e como eles se manifestam nas três doenças.

Febre

Quando se trata de um simples resfriado, a febre é mais rara de aparecer e isso já facilita bastante na eliminação de possibilidades para o diagnóstico.

Na gripe e na COVID-19, a febre é um dos grandes sinais de que algo está errado com o corpo. E é possível que a temperatura fique bastante alta dependendo do caso.

Tosse

Quando estamos resfriados, a tosse pode aparecer de vez em quando. Mas de uma forma muito branda e até imperceptível.

No entanto, com a gripe ela é geralmente seca e comum. No entanto para COVID-19 ela pode ser seca e persistir por alguns dias.

Cansaço

Aquela sensação horrível de esgotamento nem sempre é comum nas três doenças. Sendo que o cansaço pode depender da situação de cada paciente.

Com a gripe pode ser um sintoma até comum de aparecer, mas tanto nos resfriados quanto na COVID-19 pode surgir somente às vezes.

Nariz Entupido

Já esse sintoma é o que apresenta maior diferença entre gripe, resfriado e COVID-19. Isso porque cada uma das infecções dispõe de uma intensidade distinta.

Na COVID-19 é bem raro ver os pacientes com coriza. Mas é algo que aparece às vezes em sinais de gripe e é bem frequente nos resfriados.

Dor de garganta

Pode ser um dos sintomas principais da COVID-19. Deixando a pessoa um tanto mais debilitada e prejudicando uma alimentação adequada.

Com a gripe já é um sinal que pode aparecer às vezes nos pacientes. No resfriado, tende a ser um pouco mais raro de acontecer.

Dores no corpo

As dores no corpo podem ser consideradas comuns em casos de gripe e resfriados. Dando aquela sensação de que passou um trator em cima da pessoa.

No entanto, no caso da COVID-19, ela pode ou não aparecer. Vai depender muito da intensidade da infecção, que pode ir de leve a grave em questão de dias.

Falta de ar

Por serem mais simples de lidar, tanto o resfriado quanto a gripe dificilmente vão apresentar sintomas de falta de ar, a não ser que tenham evoluído para algo grave.

Já a COVID-19, desde os primeiros sintomas, evidencia uma falta de ar acompanhada do cansaço e isso pode ser preocupante e até um alerta para buscar atendimento.

Diarreia

Lembra no começo da pandemia, que as pessoas esgotaram o estoque de papel higiênico nos mercados com medo da diarreia ser um dos sintomas de COVID-19?

Pois bem, saiba que a diarreia é rara de aparecer tanto com a COVID-19 quanto com os resfriados, sendo que na gripe é possível ocorrer com as crianças apenas.

Ausência de sentidos

Esse é um bom sinal para diferenciar as três infecções, tendo em vista que apenas uma delas apresenta alterações na percepção de sentidos.

A ausência do paladar ou do olfato pode acontecer em alguns casos de COVID-19. Mas é difícil encontrar alguém que tenha reclamado disso com gripe ou resfriado.

Qual atitude tomar ao sentir os sintomas?

No caso do resfriado, os sintomas costumam ser leves e têm um início gradual. O pico é de 1 a 3 dias e o vírus pode permanecer no corpo até 10 dias.

Já a gripe aparece de surpresa com todos os sinais e pode durar até uma semana. É importante procurar um pronto-socorro para receber o tratamento adequado.

Enquanto isso, a COVID-19 tem uma intensidade que vai do estado leve ao gravíssimo. Sendo que o tempo da doença dependerá da situação dos pacientes.

Para gripes e resfriados, torna-se comum a recomendação de medicamentos para conter os sintomas e a indicação de repouso, hidratação e alimentação leve.

Se os sinais apontam para COVID-19, avalie a intensidade para não entrar em desespero e busque auxílio se houver uma evolução grave dos sintomas.

Quais são os principais cuidados que devemos ter?

Lave as suas mãos com água e sabão, esfregando bem os dedos para tirar a chance do coronavírus permanecer ali e você correr o risco de tocar nos olhos ou na boca.

Caso esteja em algum lugar que não seja possível lavar as mãos de imediato, carregue consigo sempre um frasco de álcool em gel 70%.

Evitar aglomerações e manter o distanciamento, se possível, é uma boa medida para as três doenças, sendo que o uso de máscara ainda é imprescindível.

Mantenha os ambientes bem arejados, não compartilhe itens pessoais, cubra o nariz e a boca no caso de tossir ou espirrar e adote um estilo de vida mais saudável.

Cumpra seu papel de cidadania e tome as doses da vacina contra a COVID-19, mas não se esqueça da importância da vacina da gripe também.

O que é flurona?

Recentemente, um termo começou a ganhar destaque nas redes sociais e nos noticiários: uma situação clínica chamada de “flurona”.

A aglutinação de palavras diz respeito ao termo “flu” de Influenza, remetendo à gripe, e o “rona” de coronavírus, que é o responsável pela COVID-19.

Ou seja, algumas pessoas apresentaram uma dupla infecção. De modo que fosse capaz de identificar os sintomas da COVID-19 e da gripe.

A detecção pode acontecer por meio de testes laboratoriais como o exame PCR. Sendo que os cuidados devem ser os mesmos para não proliferar a doença.

Em resumo, a diferença entre gripe, resfriado e COVID-19 tem a ver com a intensidade dos sintomas. E é importante ter prudência na avaliação de cada caso e seguir as recomendações médicas.

Acha que seus amigos podem ter a curiosidade de saber sobre esse assunto também? Então, aproveite que está aqui e compartilhe o post em suas redes sociais!


dor-nas-costas

Dor nas costas: entenda quais são as principais causas!

Se a sua qualidade de vida está sendo afetada por uma dor nas costas, então está mais do que na hora de se preocupar e buscar ajuda.

Mas antes de fazer o seu check-up médico, saiba que a dor nas costas pode ter diversas intensidades. Podendo ser de origem muscular, articular, nervosa, postural ou relacionada a alguma doença.

Para sanar a sua curiosidade, acompanhe a leitura e compreenda quais são as principais causas dessa dor, bem como as medidas de prevenção!

Como é constituída a coluna vertebral? 

Em primeiro lugar, antes de nos aprofundarmos nas dores e nos possíveis tratamentos, o ideal é sabermos como são formadas as costas ou, tecnicamente dizendo, a coluna vertebral.

Caso não se lembre mais das aulas de anatomia, a coluna vertebral é constituída de cinco regiões de ossos descritos abaixo:

  • cervical (pescoço) — permite o movimento da cabeça e tem sete vértebras;
  • torácica (tronco) — dá suporte para o corpo, protege o pulmão e o coração e tem doze vértebras;
  • lombar (cintura) — responsável por sustentar boa parte das nossas movimentações do corpo e conta com cinco vértebras;
  • sacro (quadril) — tem importante função biomecânica e dispõe de cinco vértebras fundidas;
  • cóccix (final da coluna) — ajuda no equilíbrio e apoio da coluna vertebral, tendo quatro vértebras fundidas.

Partindo desse princípio de conhecimento, fica mais fácil compreender o torcicolo, a cervicalgia, a lordose, a lombalgia e outras dores que podem ocorrer nas costas.

Quais são os tipos de dores nas costas?

Em resumo, depois de uma avaliação médica, pode-se identificar três tipos comuns de dores nas costas: dor local, dor referida e dor irradiada.

A primeira é mais fácil de compreender. Pois ela se trata de uma dor que acontece no mesmo lugar do estímulo incômodo, podendo ser descrita como lenta ou aguda.

A dor referida é aquela maçante. Que varia de intensidade e costuma “passear” pelas costas por conta dos nervos sensoriais interconectados.

Já a dor irradiada é como um choque elétrico. Ela segue a trajetória do nervo espinhal e pode ser causada por uma inflamação.

Quais são as principais causas da dor nas costas?

Nesse ínterim, depois de saber como é formada a coluna vertebral e quais são os tipos mais comuns de dores nas costas, obviamente que você quer saber as causas, não é mesmo?!

A seguir, trouxemos algumas das situações mais corriqueiras para diagnosticar uma dor nas costas. Sendo importante uma avaliação especializada.

Lesão muscular

Se você fez uma atividade física, por exemplo, e sentiu uma certa pontada no lado direito ou esquerdo das costas, isso pode ser sinal de uma lesão.

É uma dor que pode ser bem desconfortável e funciona como se colocassem um peso nas costas. Podendo acometer profissionais dentistas, jardineiros, ginastas etc.

Para aliviar a dor você pode colocar uma compressa morna na região por 15 minutos. Você também pode aplicar uma pomada anti-inflamatória recomendada pelos médicos.

Contratura muscular

Devido ao cansaço ou mesmo um esgotamento emocional, existe a possibilidade da pessoa ter uma contratura muscular e sofrer com dores na parte de cima das costas.

Manter uma postura errada ao se sentar, exagerar nas atividades físicas, dormir de mal jeito, entre outras situações podem resultar em uma contratura.

O ideal é fazer alongamentos para relaxar os músculos, ficar em uma posição confortável e rodar a cabeça lentamente para todos os lados a fim de aliviar a dor.

Dor ciática

Sem dúvida, você ou alguém próximo já reclamou dessa dor alguma vez na vida. Pois é uma das mais conhecidas dores nas costas.

A princípio, ela é caracterizada por uma dor que se inicia no fundo das costas e irradia para as pernas. A dor ciática é  causada pela compressão do nosso nervo ciático.

Procure uma pessoa profissional de ortopedia para investigar a situação. De modo que obtenha uma indicação de tratamento, seja via medicamentos, seja por fisioterapia.

Doenças respiratórias

Principalmente na região torácica, as doenças respiratórias podem causar dor nas costas e dificultar o processo de locomoção do ar.

A pneumonia é uma das principais vilãs dessa dor. Sendo importante procurar uma pessoa profissional de pneumologia para avaliar melhor o caso.

Vale ressaltar que, na ausência de outros sintomas, a dor nas costas não pode ser considerada como um sinal de infecção por coronavírus.

Hérnia de disco

Se a dor nas costas for na região central, há a possibilidade de ser uma hérnia de disco. O que é muito comum em pessoas com mais de 45 anos.

Pode irradiar para os lados, costelas ou, até mesmo, para a região dos glúteos e das pernas. Seus sintomas são provocados pela inflamação ou compressão dos nervos.

Além de uma compressa morna nas costas e evitar uma mesma posição por muito tempo, recomenda-se procurar a ortopedia para realizar exames.

Pedra nos rins

Também conhecida como cálculo renal, a pedra nos rins pode proporcionar uma dor forte no final das costas. Impossibilitando a pessoa de se mexer tranquilamente.

Nesse sentido, é uma das doenças mais corriqueiras do trato urinário, sendo que homens entre 30 e 50 anos de idade podem sofrer com esse problema.

Ir à emergência para realizar exames é imprescindível, de modo que consiga identificar o tamanho da pedra e possa dar início ao tratamento adequado.

Como podemos prevenir a dor nas costas?

Embora nem sempre a dor nas costas seja possível prevenir, existem uma série de medidas que podem ajudar a diminuir o risco de ter esse incômodo.

Você pode tomar a atitude de fazer um check-up nutricional, por exemplo, a fim de melhorar a alimentação e evitar fatores como a obesidade.

Realizar alongamentos antes de exercícios aeróbicos é uma medida importante. Bem como a prática de reforços para a musculatura postural, tal como o Pilates e a Ioga.

No trabalho, tente manter uma postura adequada e evite ficar muito tempo na mesma posição. Sendo importante valorizar as pausas para se movimentar um pouco.

Procure uma forma confortável de dormir para evitar acordar com o corpo destruído de dores. Bem como evite fumar para minimizar a chance de doenças respiratórias.

Para finalizarmos, por mais que a estrutura da coluna vertebral seja complexa, não é muito difícil compreender a origem da dor nas costas. Bem como a importância de procurar ajuda quando é difícil suportar.

Quer saber um pouco mais sobre o assunto para comentar com seus amigos? Então veja agora mesmo as 5 doenças ocupacionais que você precisa conhecer!


influenza

Saiba tudo sobre as variantes da Influenza A e como se cuidar!

Com o aparecimento do coronavírus, parece que esquecemos um pouco da existência das variantes da Influenza A e da importância da vacina da gripe, não é mesmo?! 

O vírus Influenza se divide em espécies A, B e C, que são classificadas em diversos subtipos. As cepas do tipo A são as mais comuns entre os humanos, especialmente as variantes H1N1 e H3N2.

Neste artigo, saiba como é a transmissão da gripe, como reage no corpo, quais são os possíveis sintomas, complicações, cuidados e como funciona a vacinação. Confira!

Como é a transmissão da Influenza?

De maneira geral, a transmissão do vírus da gripe e seus subtipos se dá por meio das gotículas que ficam suspensas no ar por conta de uma tosse, conversa ou espirro.

Claro que há evidências também de transmissões indiretas. Em que acabamos entrando em contato com outros doentes e as nossas mãos se tornam o vetor.

A eficiência desse tipo de transmissão dependerá de fatores como umidade e temperatura, tempo transcorrido e o contato em si com o local contaminado.

A Influenza é facilmente passada de uma pessoa para outra. Principalmente em condições de muita aglomeração como transporte público, escola, eventos etc.

Vale ressaltar que ter gripe ou mesmo um resfriado de forma constante pode ser um sinal de alerta para doenças psicossomáticas.

Como as variantes reagem no organismo?

O caminho das variantes da Influenza se inicia pelos nossos narizes. Onde o vírus tende a se multiplicar e disseminar para a garganta e vias respiratórias.

O período de incubação do vírus gira em torno de 1 a 4 dias até o surgimento dos primeiros sintomas. Mas com um bom índice de transmissão.

Quando o nosso corpo identifica o “danado” do vírus, dá-se início a um processo meticuloso de defesa para eliminar a Influenza em até uma semana.

Por mais que tenhamos a tendência de tentar diferenciar as variantes, os quadros clínicos de Influenza A, H1N1 e H3N2 são bem semelhantes.

Os sintomas mais comuns são a febre, a tosse, a dor de garganta, a dor de cabeça, os calafrios, a secreção nasal e um mal-estar como se fosse um esgotamento mental.

Nas crianças, a temperatura da pele pode atingir níveis altos e preocupantes. E é bem comum o aparecimento de sintomas gastrointestinais.

A princípio, a infecção dura, em média, 1 a 2 semanas em adultos e crianças saudáveis. Mas pode ser uma ameaça forte à saúde em pessoas com doenças crônicas e idosos.

Quais são as possíveis complicações?

De fato, uma gripe mal curada pode desencadear algumas complicações no organismo. Tanto por conta do vírus quanto da instabilidade do nosso sistema imunológico.

Quando o tratamento não é o adequado, indivíduos com a saúde vulnerável, idosos e crianças podem ficar à mercê de situações clínicas mais críticas.

Uma doença que pode se desmembrar de uma gripe é a pneumonia, por exemplo, que resulta em uma infecção dos pulmões e dores mais intensas pelo corpo.

Com um quadro agravado de pneumonia e dependendo da condição do sistema imunológico da pessoa, há chances do aparecimento de complicações cardíacas.

Além disso, quando gestantes apresentam a infecção por Influenza, especialmente no segundo ou terceiro trimestre da gestação, estão mais propensas à internação.

O que fazer caso sinta sintomas?

A fim de evitar complicações, o ideal é que os pacientes busquem orientação médica ao identificar os sintomas da gripe. 

No entanto, com a devida assistência médica para obter uma avaliação clínica especializada, torna-se possível dispor dos tratamentos mais adequados para se livrar do vírus.

Sinais de falta de ar, dor ou pressão no peito, tonturas ao ficar de pé e confusão mental podem escancarar um quadro infeccioso grave e que merece atenção.

De forma comum, os clínicos gerais costumam receitar medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para controlar a febre e demais sintomas.

A ingestão de líquidos, principalmente água e sucos naturais, também é uma recomendação eficiente para evitar a desidratação que a gripe pode causar.

A alimentação precisa ser leve e de fácil digestão. Sendo que o repouso é a principal indicação para que os pacientes consigam se recuperar efetivamente.

Quais são os principais cuidados que devemos ter? 

A primeira medida é lavar bem as mãos com água e sabão ou, como plano B, utilizar álcool em gel para se higienizar.

Manter os ambientes ventilados é fundamental, bem como não compartilhar objetos de uso pessoal, tais como pratos, copos, garrafas, talheres, entre outros.

Ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz para evitar o espalhamento de gotículas no ar. Utilizar um lenço descartável é recomendado para a higiene nasal.

Por mais que sejamos um povo caloroso e que gosta de recepcionar bem, evite o contato próximo com pessoas que estejam com sinais de gripe.

Mudar o estilo de vida também ajuda a dificultar a vida das variantes da Influenza. Você pode adotar uma alimentação equilibrada e a prática de exercícios físicos.

Assim como na pandemia de coronavírus, a transmissão do H3N2 — que é a variante em evidência — pode perder força se as atitudes forem coletivas.

Como funciona a vacinação da Influenza?

Tão importante quanto a preocupação com a vacinação contra a COVID-19 está a vacina da gripe, em que o Brasil é um grande destaque na imunização em massa.

Essa vacina utiliza um vírus morto da Influenza em sua composição. Tendo como missão gerar um alerta ao sistema imunológico da possível entrada de “invasores”.

Para crianças entre 6 meses e 9 anos de idade, levando em conta que seja a primeira vez que receberão a vacina, a indicação é de duas doses com intervalo de um mês.

Consequentemente, as pessoas acima de 9 anos podem tomar apenas uma dose da vacina da gripe de forma anual.

No caso das grávidas, a vacina pode ser aplicada em qualquer período da gestação. Desde que haja uma prévia autorização da pessoa profissional de obstetrícia. 

Dessa forma, vale lembrarmos que só há contraindicação da imunização em casos de pessoas com alergia grave a algum componente da vacina.

A vacina da gripe é ministrada tanto na rede pública de saúde quanto na rede privada. Sua fórmula atualizada já está em produção para ser encaminhada aos postos.

Por fim, é importante orientarmos que as principais variantes da Influenza são a H1N1 e H3N2. Sendo que uma possível cepa “H2N3” já foi desmentida pelo Ministério da Saúde.

Gostou do que aprendeu? Quer saber mais sobre esse assunto? Então veja agora mesmo as 4 dicas para diminuir as reações pós-vacinais das crianças!


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Pressão alta: saiba os sintomas e o que fazer para baixar

Se as doenças cardiovasculares fossem parte de um filme ou série, com certeza a pressão alta seria uma das vilãs de maior destaque.

Para conceituarmos, a pressão alta ou hipertensão ocorre quando há níveis elevados de pressão sanguínea nas artérias. Sendo que os valores de medição na faixa de 140 x 90 mmHg (ou 14 por 9) são bem preocupantes.

Neste artigo, você vai descobrir quais são os principais sintomas dessa doença crônica, as causas, as complicações e como podemos evitar. Confira!

Quais são os primeiros sintomas de pressão alta?

Levando em consideração que a pressão alta é uma condição silenciosa, em boa parte dos casos é possível que a pessoa não sinta qualquer sinal.

Portanto, quando os sintomas começam a “dar as caras”, isso pode significar que há um estágio avançado da situação.

Durante os picos de pressão arterial alta demais, a pessoa pode sentir dores de cabeça, sonolência, enjoo, tonturas, zumbidos no ouvido, alterações na visão e falta de ar.

Como esses sinais podem ser comuns em outras condições de saúde, a melhor orientação virá de profissionais de clínica geral ou médicos de família.

Marcar uma consulta para avaliar a possibilidade de hipertensão é uma decisão acertada nesses casos. A fim de fazer os devidos exames e o tratamento adequado.

Como saber qual é a pressão ideal?

Para compreender o valor ideal, primeiro precisamos conhecer dois indicadores fundamentais: a pressão sistólica e a pressão diastólica.

A pressão sistólica é aquele valor mais alto da medição. Cuja característica é representar a pressão nas artérias enquanto o coração pulsa.

Consequentemente, a diastólica mede o valor mais baixo e tem a ver com a pressão que ocorre nas paredes arteriais nos intervalos de cada batimento cardíaco.

De forma geral, a classificação da pressão arterial segue um padrão medido mmHg (milímetros de mercúrio), cuja ordem é a seguinte:

  • ótima — sistólica < 120 mmHg e diastólica < 80 mmHg;
  • normal — sistólica < 130 mmHg e diastólica < 85 mmHg;
  • limítrofe — sistólica de 130 a 139 mmHg e diastólica de 85 a 89 mmHg;
  • hipertensão no estágio 1 — sistólica de 140 a 159 mmHg e diastólica de 90 a 99 mmHg;
  • estágio 2 — sistólica de 160 a 179 mmHg e diastólica de 100 a 109 mmHg;
  • hipertensão no estágio 3 — sistólica >= 180 mmHg e diastólica >= 110 mmHg;

O limite para uma pessoa conseguir regular a pressão apenas mudando o estilo de vida é a hipertensão no estágio 1, portanto é bom ficar de olho nesses indicadores.

É possível medir a pressão no pronto-socorro, farmácias ou mesmo em casa por meio de aparelhos digitais que são utilizados no pulso.

Se for medir em casa, coloque o aparelho no pulso esquerdo, com o braço esticado e o cotovelo apoiado. Ligue-o, espere alguns segundos e veja a marcação no visor.

Se estiver alta, como regular?

Caso a sua pressão esteja além do limite do que podemos considerar como normal, o tratamento para regular esses indicadores pode variar conforme o tipo de hipertensão.

Em situações de hipertensão primária, por exemplo, a mudança no estilo de vida e até o uso de medicamentos pode ser uma medida eficaz para regular.

No entanto, é importante ressaltarmos que os médicos só vão indicar medicamentos quando não for possível regular a pressão alta de forma natural.

De modo geral, manter uma dieta equilibrada é uma decisão essencial para diminuir a pressão arterial e proporcionar uma boa expectativa de vida.

A alimentação deve conter menos sal, açúcar e alimentos gordurosos. De modo que a pessoa dê preferência para vegetais, frutas, peixes, carnes brancas e cereais.

A prática de exercícios físicos também é excelente para a saúde. Especialmente os aeróbicos como caminhada, natação, ciclismo, corrida, entre outros.

Afinal, o que causa a pressão alta?

Quando surge alguma alteração na “logística” do sangue pelos vasos sanguíneos, isso pode desencadear em uma pressão maior para o coração bombear o sangue.

No caso da pressão alta no nível 1, o surgimento ocorre com o tempo e não tem uma relação direta com algum problema de saúde ou uso de alguma substância.

Esse tipo de hipertensão está relacionado, por exemplo, aos maus hábitos alimentares, à falta de atividades físicas regulares e à predisposição genética.

Claro que o avançar da idade pode resultar em um aumento da pressão arterial. Muito por conta de a elasticidade dos vasos sanguíneos não ser mais a mesma com o tempo.

Já a hipertensão secundária pode ser causada por doenças renais, uso de medicamentos, consumo excessivo de álcool, fumo e alterações na tireoide.

Vale ressaltar que a pressão alta tem maior incidência entre negros e asiáticos. Bem como em situações de estresse, menopausa e obesidade.

Quais são as possíveis complicações a longo prazo?

Como o coração tende a fazer mais esforço para realizar suas atividades habituais, a pressão alta pode trazer sérias consequências.

É um dos principais fatores de risco para acidentes vasculares cerebrais, por exemplo, cujo número de mortes vem aumentando entre pessoas de 20 a 59 anos no Brasil.

Quando a hipertensão não é identificada e tratada de forma exemplar, a tendência é que pequenas lesões nos vasos sanguíneos se criem com o passar do tempo.

Isso pode resultar em insuficiência cardíaca, arritmia, angina de peito, alterações cerebrais e até problemas nos rins.

Na gravidez, a hipertensão pode colocar em risco tanto a vida da gestante quanto do bebê. Por isso a importância de realizar o pré-natal e cuidar da saúde.

Como podemos evitar esse problema?

Por mais que pareça algo repetitivo, a melhor forma de prevenir a pressão alta é modificar o nosso estilo de vida e buscar maneiras de se manter saudável.

Exercícios físicos de 3 a 5 vezes na semana por, pelo menos, 30 minutos podem proporcionar mudanças gradativas no corpo e gerar qualidade de vida.

Manter uma rotina de atividades aeróbicas faz com que haja a liberação de óxido nítrico. Essa substância relaxa as artérias e ajuda a diminuir a pressão.

Evite também comidas muito salgadas ou calóricas. Até mesmo para controlar o peso corporal e não dar “trabalho extra” ao coração.

Sempre que possível, faça um check-up nutricional para ter as melhores recomendações de uma dieta equilibrada de acordo com o seu metabolismo.

Para finalizarmos, perceba que a pressão alta pode ser contornada desde que haja ajuda profissional, disciplina, autoconhecimento e vontade de ter saúde para desfrutar dos bons momentos da vida.

Qual foi a última vez que você mediu a sua pressão? Está com a saúde em dia? Compartilhe o post em suas redes sociais para conscientizar seus amigos também!


Você sabia? Vacinas da gripe e da Covid-19 agora podem ser aplicadas no mesmo dia!

Tanto a Covid-19 quanto a gripe são duas doenças que afetam o trato respiratório e inspiram cuidados, principalmente, com a população idosa. Em algumas cidades foi liberado que a vacina para gripe pudesse ser aplicada para a ampla população, não ficando restrita apenas para o público-alvo inicial (idosos acima de 60 anos, gestantes, crianças entre 6 meses a 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, entre outros).

Contudo, inicialmente recomendava-se que ela não pudesse ser aplicada em conjunto com a vacina para Covid-19. O que mudou? Vamos atualizar essas informações para você a seguir. Boa leitura!

Por que havia orientação para não tomar as duas vacinas no mesmo dia?

Para entender a primeira recomendação (de que as duas vacinas não fossem aplicadas no mesmo dia) é importante compreender o cenário que tínhamos antes. Quando as vacinas chegaram, os estudos estavam ainda muito ligados com eficácia, garantindo sim a confiabilidade da vacina. Contudo, havia um certo receio de que as duas atuando em conjunto no organismo poderiam debilitar consideravelmente o organismo, o que não era desejável naquele momento.

Assim, a recomendação anterior era que a pessoa esperasse 30 dias após a aplicação da vacina para Covid-19 para tomar a da gripe e vice-versa. Era uma medida de precaução, para proteger a população até termos dados mais consistentes sobre essas questões.

E por que essa orientação mudou?

No dia 29 de setembro, o Ministério da Saúde autorizou que ambas as vacinas (gripe e Covid-19) possam ser aplicadas no mesmo dia. Isso ocorreu por meio da publicação de uma Norma Técnica, que autoriza as unidades de saúde a realizarem a aplicação em conjunto.

Essa foi uma orientação trazida por especialistas e que é baseada, justamente, no avanço dos estudos sobre a interação entre as vacinas, o que mostra que elas são seguras de serem aplicadas em conjunto. Com isso, torna-se mais fácil manter o esquema vacinal de grupos que tenha maior risco quando desenvolvem quadros graves de gripe.

Terceira dose também foi liberada para população adulta

Outra novidade publicada no dia 16 de novembro é que toda a população adulta estará liberada para tomar a terceira dose das respectivas vacinas para Covid-19, com intervalo reduzido de 6 para 5 meses. Assim, se, por exemplo, você tomou sua segunda dose no dia 15 de agosto, estará liberado para tomar a dose de reforço no dia 15 de janeiro de 2022.

Contudo, é importante estar atento para os calendários dos estados e municípios. Isso porque esse processo dependerá da logística de doses e vacinas disponíveis. Assim, esteja atento para as informações da sua região e tome sua dose de reforço assim que estiver disponível.

Para quem tomou a Janssen (que é recomendada para apenas uma dose), segundo a pasta, receberão a segunda dose e, quando ela completar 5 meses de aplicação, a pessoa terá direito a dose de reforço.

Lembre-se que a vacinação é um pacto social. Quando todos nós nos comprometemos, protegemos a nós mesmos, nossos familiares e pessoas que, por algum motivo, não podem se vacinar no momento. Vemos hoje o quanto o sucesso da campanha de vacinação está auxiliando na redução de hospitalizações e mortes. Por isso, continuem fazendo a sua parte e tome as novas doses quando for a sua vez.

Para conhecer mais sobre as vacinas disponíveis no Brasil, leia este guia e tire todas suas dúvidas sobre o tema.


meningite

Meningite: Vacinação é essencial para prevenir

A meningite ainda é uma doença endêmica no Brasil e que exige muita atenção por parte dos pais de crianças, pois a doença pode trazer complicações graves para a saúde dos pequenos. Por isso, é importante você ter ciência do que é a doença e, principalmente, a importância da vacinação para prevenção.

Assim, se você quer tirar suas dúvidas e saber de que forma pode ajudar a proteger sua família, continue lendo, pois preparamos um conteúdo com as principais informações sobre o tema. Vamos juntos? Boa leitura.

O que é a meningite?

Antes de tudo, é importante que você saiba o que é a meningite. Essa é uma doença séria e que causa inflamação no tecido que protege o cérebro e a medula espinhal, chamada de meninge. Essa inflamação ocorre, principalmente, por meio de bactérias e vírus que afetam a região.

É uma doença altamente contagiosa, principalmente, porque a transmissão pode ocorrer por via respiratória, ou seja, por gotículas de secreção liberadas tanto na respiração, tosse, espirro e na fala.

Quais são as consequências que a doença pode gerar?

Nas meningites bacterianas, podem ocorrer quadros mais graves da doença e, portanto, os cuidados são ainda maiores. Isso porque, quando não tratada a tempo, ela pode causar, até mesmo, óbito. E em crianças menores de 5 anos, o risco é ainda maior. Além disso, ela pode causar sequelas permanentes, entre elas:

  • paralisia cerebral;
  • perda de audição e visão (parcial ou total);
  • quadros de convulsão constantes;
  • problemas de memória e concentração;
  • artrite e problemas ósseos;
  • dificuldades para dormir, entre outros.

Como é uma doença que pode gerar quadros graves, é importante que você esteja atento para os sintomas dela:

  • rigidez na nuca (o paciente não consegue encostar o queixo no peito);
  • febre;
  • náuseas;
  • vômitos;
  • convulsões, entre outros.

Caso você ou seus filhos tenham esses sintomas, é fundamental buscar o pronto-socorro o quanto antes. Em casos de suspeita de meningite, o paciente fica internado, justamente, devido às complicações que o quadro pode trazer. Quanto mais cedo o tratamento começar, menos chances terá de ter sequelas permanentes.

Qual a importância da vacinação para a prevenção da meningite?

Diante da possibilidade de ter quadros graves de sequelas ou, até mesmo, envolver risco de morte, é importante saber como prevenir-se da doença. Apesar de ser altamente contagiosa, é possível evitar a infecção pelos agentes causadores por meio da vacina.

Com ela, é possível desenvolver anticorpos para os principais agentes, principalmente, dos quadros mais graves, como os bacterianos. Por isso é importante tomar a vacina pneumocócica, que permite a imunização para as principais bactérias que causam o problema. Assim, você pode contar com os imunizantes:

  • vacina pneumo-13;
  • vacina pneumo-23.

As diferenças entre elas estão relacionadas principalmente com o número de agentes que elas protegem e, também, com o número de doses e percentual de eficácia. Lembre-se de escolher uma boa clínica de vacinação para aplicá-la. Para saber mais sobre essas questões, leia o artigo que preparamos com todas as informações que você deve ter conhecimento sobre o tema.

E para saber mais sobre essas vacinas e outras que temos no Brasil, confira nosso guia completo sobre o tema e tire suas dúvidas!


Teste de antígeno COVID-19: entenda melhor sobre o teste rápido e seguro

Mesmo que muitas pessoas já tenham se vacinado para COVID-19, fato é que o vírus continua em circulação. Muitas vezes você estará protegido, mas outros familiares e colegas ainda não estarão imunizados e poderão contrair o vírus e desenvolver a doença. Nada bom, não é mesmo?

Com o fim de ano chegando, esses cuidados devem ser ainda redobrados. Afinal, como visitar os familiares e parentes sem expô-los a problemas?

Mas hoje você pode evitar problemas, sabia? Para tirar a dúvida, uma opção é fazer o teste de antígeno com resultado rápido. Assim, é possível garantir maior segurança para as pessoas com quem você convive. Saiba mais sobre o tema a seguir.

O que é o teste de antígeno COVID-19?

O teste de antígeno COVID-19 é um exame que avalia se o seu corpo está tendo contato, neste momento, com o SARS-CoV2 (vírus que provoca a COVID-19). Ele é feito por meio da técnica de coleta por swab nasal (com cotonete), que coletará o material (secreção nasal) e, assim, avaliará a presença ou não do antígeno.

Assim, se você estiver com o vírus no seu organismo, ele terá o resultado positivo. Isso não significa que você estará com a doença desenvolvida, mas que seu corpo teve contato recente com o vírus.

Em quanto tempo sai o resultado do exame?

Essa é uma das maiores vantagens em comparação com o RT-PCR, que é outro teste realizado por meio de coleta com o swab nasal. Com o teste rápido de antígeno você consegue ter o resultado em mãos em até 4 horas após a coleta.

Por que ele é importante de ser realizado?

Em primeiro lugar, ele é uma forma mais rápida de identificar se você está com o vírus no organismo. O RT-PCR, por ter um tempo maior para liberação do resultado, pode fazer com que familiares estejam expostos por maior tempo, aumentando as chances de contágio.

Ele pode ser uma opção interessante, por exemplo, se você precisará se expor ou expor outros em curto período. Por exemplo, realizá-lo antes de visitar parentes que estejam no grupo de risco pode ser uma forma de proteger os presentes. Além disso, alguns locais estão exigindo o teste atualizado para poder realizar entrada e, até mesmo, alguns países exigem o teste feito para liberar a entrada.

Como realizar o teste?

Se você quer ou precisa realizar o teste de antígeno para COVID-19, você pode procurar o Ramos para realizar o seu exame. Nós oferecemos a possibilidade de realizá-lo e ter rapidamente o resultado em suas mãos.

Quer saber mais? Entre em contato e agende o seu exame e, em poucos minutos, receba-o. Ele pode ser realizado, principalmente, por quem está passando pelos primeiros 7 dias de sintomas e, também, para quem vai passar por alguma situação de expor terceiros e quer protegê-los.

Portanto, entre em contato e saiba mais!

teste de antígeno


comorbidades e vacinação

Mitos e verdades sobre comorbidades e vacinação

A vacinação continua em ritmo acelerado no Brasil e temos mostrado para o mundo o poder de um legado no que diz respeito a campanhas de imunização em massa. Por isso, acabamos de passar os Estados Unidos em percentual de população vacinada, sendo que começamos bem depois deles.

Contudo, ainda temos muita fake news circulando e torna-se importante avaliar o que é verdade e o que é mito, para não deixarmos nossa saúde de lado em um momento tão importante. Para ajudar você nisso, preparamos um material sobre os mitos e verdades sobre comorbidades e vacinação. Vamos juntos? Boa leitura!

Pessoas com comorbidades precisam ter prioridade para se vacinarem: verdades

Alguns públicos são mais afetados pela Covid-19 do que outros, devido ao fato de que elas debilitam o sistema imunológico ou, então, geram quadros respiratórios mais delicados. Por isso, essas pessoas, quando contraem o vírus do SARS-CoV2 podem ter maiores chances de desenvolverem quadros mais graves da doença.

Estão nesse rol quem esteja dentro dos seguintes quadros:

  • idosos;
  • pessoas imunossuprimidas;
  • portadores de HIV;
  • pessoas com obesidade;
  • hipertensão arterial;
  • doença renal crônica;
  • diabéticos;
  • pneumopatias crônicas graves;
  • pacientes oncológicos, entre outros.

A vacina ajuda a desenvolver comorbidades: mito

Essa é uma fake news que deve ser combatida a todo custo. Não há qualquer evidência científica que corrobore a ideia de que as vacinas causem qualquer tipo de problema de saúde. Elas são seguras e seus efeitos colaterais são de curto prazo.

Ou seja, você pode tomar seu imunizante sem maiores problemas, que isso não vai gerar danos para sua saúde. Essa é uma fake news bastante repassada para desacreditar a eficácia da vacinação. Por isso, é importante difundir essa informação para familiares, amigos e colegas.

Pessoas com comorbidades possuem mais efeitos colaterais: mito

Não há evidência científica que estabeleça qualquer correlação entre comorbidades e efeitos colaterais mais agressivos. Assim, se você tem algum tipo de receio em relação a isso, relaxe. Os efeitos colaterais mais comuns das quatro vacinas autorizadas e aplicadas no Brasil atualmente são:

  • CoronaVac: dor no local da aplicação, febre, dor no corpo, diarreia e náuseas;
  • AstraZeneca: sensibilidade, vermelhidão e coceira no local da aplicação; indisposição, náuseas, fadiga, calafrios, febre, entre outros;
  • Pfizer: dor e inchaço no local da aplicação, cansaço, diarreia, dor nas articulações;
  • Jansen: dor no local da aplicação, dores de cabeça, cansaço excessivo.

Adolescentes com comorbidades também devem ter prioridade para vacinação: verdade

Ainda que sejam jovens, é fundamental que aqueles portadores de comorbidades estejam atentos para sua prioridade, seja na primeira e segunda doses, quanto para o reforço que virá, segundo autorização do Ministério da Saúde.

Isso porque há sim uma maior dificuldade do organismo em lidar com doenças novas e agressivas quando há comorbidades, mesmo sendo uma pessoa jovem. Por isso, a vacina cumpre esse papel de aumentar a proteção e evitar o desenvolvimento de quadros graves.

Gostou de saber quais são os mitos e verdades sobre comorbidades e vacinação? Então aproveite e acompanhe nosso guia completo sobre vacinas no Brasil e saiba mais sobre este tema tão importante!


doenças ocupacionais

5 doenças ocupacionais que você precisa conhecer!

Você já passou por situações em que o trabalho se tornou um verdadeiro martírio, causando dores, estresse e medo? Será que você já teve doenças ocupacionais?

Independentemente do porte da empresa, combater as doenças ocupacionais é algo de suma importância. Pensando em como melhorar a qualidade de vida, diminuir os índices de afastamento, reduzir despesas, aumentar a produtividade etc. 

Neste artigo, você entenderá o que são as doenças ocupacionais, quais são os principais tipos, as possíveis causas e de que forma podem ser evitadas. Confira!

O que são doenças ocupacionais?

Entende-se por doenças ocupacionais aquelas diretamente ligadas às condições de trabalho exercidas, bem como o ofício realizado pelos trabalhadores.

Sendo assim, o conceito abrange qualquer complicação física ou psicológica que seja decorrente de uma atividade profissional.

De maneira geral, existem dois tipos distintos de doenças ocupacionais que gestores e colaboradores precisam ficar atentos: 

  • doenças profissionais — motivadas por movimentos repetitivos e um ambiente nocivo à saúde;
  • doenças do trabalho — são causadas por atividades específicas, tendo como agravante a sobrecarga e os ruídos excessivos.

Além disso, conforme a Lei 8.213/91, equipara-se as doenças ocupacionais aos acidentes de trabalho, pensando em questões fiscais e previdenciárias.

Quais são as doenças ocupacionais mais comuns?

Muito além de entender o que são as doenças ocupacionais, torna-se crucial compreender as inúmeras condições preocupantes de um emprego nocivo à saúde.

Tendo isso em vista, preparamos abaixo uma lista com 5 principais doenças inerentes ao trabalho que você precisa ficar de olho urgente.

1. LER (Lesão por Esforço Repetitivo)

Provavelmente, a LER é uma das doenças mais conhecidas nas empresas. Sendo que qualquer pessoa pode estar sujeita a ter esse tipo de problema.

Ela é causada pelo exercício repetitivo e prolongado de um determinado movimento. Como por exemplo, digitar por horas no teclado do computador.

De forma gradativa, esse tipo de doença do trabalho reduz a capacidade da pessoa desenvolver a atividade profissional que ocupa, levando à invalidez aos poucos.

Quem sofre de LER pode apresentar síndrome do túnel do carpo, tendinites dos extensores dos dedos, tenossinovite dos flexores dos dedos, entre outras consequências.

2. DORT (Distúrbios Osteomusculares relacionados ao Trabalho)

Embora seja associado à LER, os DORTs são caracterizados pela postura inadequada no ambiente de trabalho. Muitas vezes por desrespeito às normas de ergonomia.

Caso a pessoa não trate do problema, essa doença pode desencadear dores crônicas. De tal forma que pode agravar-se com o tempo e impossibilitar uma movimentação natural.

Um ambiente de trabalho mal projetado e em condições precárias de manutenção pode prejudicar bastante os colaboradores e, com isso, desenvolver casos de DORT.

Vale ressaltar que nem sempre os sintomas como dor, dormência, formigamento, cansaço dos membros, inchaço, entre outros aspectos caracterizam essa doença.

3. Perda auditiva

Podendo ser total ou parcial, a perda auditiva é outra doença ocupacional recorrente nas empresas. Principalmente se os trabalhadores estão expostos a ruídos constantes.

Acontece de forma lenta e quase imperceptível por parte dos trabalhadores. Por isso é importante sempre avaliar as condições clínicas e a potencialidade dos ouvidos.

Empresas de telemarketing, por exemplo, costumam programar exames de rotina chamados de audiometria, a fim de apurar a saúde auricular de seus funcionários.

Trabalhadores da indústria e construção civil também estão sujeitos a surdez. Sendo importante a conscientização do uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)

4. Asma ocupacional

Sendo até uma das doenças psicossomáticas, a asma também pode estar ligada aos problemas laborais e condições agressivas à saúde.

Se as vias respiratórias começam a se estreitar e causam obstrução, existe uma forte possibilidade de a pessoa passar a conviver com a asma.

A inalação de partículas e, principalmente, poeiras no ambiente de trabalho podem gerar reações alérgicas desse tipo.

A asma ocupacional tende a ser rotineira em locais que expõem os trabalhadores ao manuseio de materiais como madeira, borracha, algodão etc.

5. Transtornos mentais

Tão preocupante quanto os problemas físicos estão os psicológicos, pois podem paralisar as pessoas e causar severos distúrbios.

Por conta de ambientes de trabalho estressantes, tem sido comum ver pessoas desenvolvendo depressão, ansiedade, síndrome de Burnout, entre outras doenças.

A pressão exagerada para bater metas inalcançáveis, conflitos recorrentes no trabalho, assédio moral, bullying e demais fatores podem impulsionar essas situações.

Os transtornos mentais impactam demais na percepção de bem-estar no trabalho, influenciando assim a produtividade e motivação interna.

Quais são as principais causas das doenças ocupacionais?

Além dos movimentos repetitivos e da postura inadequada, existem diversas situações que podem causar doenças ocupacionais e até outros problemas.

O sedentarismo, por exemplo, pode impactar na busca de uma vida mais saudável e criar um cenário favorável para doenças de trabalho.

Isso porque indivíduos sedentários podem ter problemas de autoestima, depressão, estresse, ansiedade e, ainda, lidar com possíveis lesões.

O exagero no volume de trabalho também desencadeia prejuízos à saúde física e mental. Fazendo com que os trabalhadores estejam fadigados e desmotivados.

Carregar pesos em excesso, expor-se a produtos químicos e biológicos, trabalhar em pé por muito tempo, entre outros pontos tendem a levar às doenças ocupacionais.

Como evitar as doenças ocupacionais?

Partindo do pressuposto que cada atividade profissional está sujeita a prós e contras, torna-se essencial ter estratégias para minimizar as condições indesejadas de trabalho.

A princípio, deve-se orientar os colaboradores por meio de memorandos, palestras, cursos e treinamentos sobre a importância de um ambiente de trabalho saudável.

O uso de EPIs deve fazer parte da cultura organizacional, especialmente em situações em que os funcionários lidam com um risco maior de acidentes.

Valorização das pausas e atividades físicas podem ajudar na questão da postura e prevenir o sedentarismo, bem como a incidência de lesões.

Cuidar do bem-estar das pessoas também tem a ver com um bom plano de carreira e regras eficientes para combater assédios, chantagens, pressões, humilhações etc.

Sempre é relevante lembrar da importância de realizar exames em laboratórios de análises clínicas de qualidade, a fim de investigar possíveis complicações à saúde.

Para concluirmos, perceba que é possível evitar as doenças ocupacionais desde que os gestores reconheçam que não há produtividade e lucro sem valorizar o capital humano.

Você gostou desse assunto e quer saber um pouco mais sobre outros temas parecidos? Aproveite que está aqui e aprenda como fazer a prevenção de lesões!


Você sabe quais são os reais perigos da insolação?

Foi tomar um banho de sol no verão e ficou parecendo um “camarãozinho”? Cuidado com os perigos da insolação, pois ela pode ser muito prejudicial à saúde.

Às vezes você só quer repor o seu “estoque” de vitamina D no corpo. Mas o calor é tão intenso que o organismo pede socorro. Com isso, algumas medidas precisam ser tomadas para não corrermos o risco de internação.

Neste artigo, você terá uma noção completa sobre a insolação, desde o que é até os melhores cuidados que devem ser respeitados. Acompanhe a leitura e confira!

O que é a insolação?

A insolação é um processo inflamatório intenso em que o nosso organismo não consegue conter a temperatura corporal, subindo mais do que o necessário.

Esse problema é ocasionado não somente pela exposição ao sol de forma prolongada. Mas também quando ficamos em lugares fechados e sem muita ventilação.

Usar roupas em excesso no calor, ficar sem se hidratar por muito tempo e praticar atividades extenuantes podem desencadear a insolação também.

Quando a temperatura corporal vai além dos 40º C, a tendência é que as pessoas percam muita água, nutrientes e sais minerais importantes para o equilíbrio do corpo.

 

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas da insolação costumam aparecer aos poucos e, dependendo do tempo de exposição aos raios solares, tendem a ser mais graves.

Em geral, as dores de cabeça são as primeiras a aparecer, acompanhadas de tonturas e da incômoda sensação de náusea — com a possibilidade de enjoos e vômitos.

A pele fica ressecada e muito quente, podendo até ter um visual mais pálido ou com algumas extremidades arroxeadas.

Além disso, pode-se perceber alguns distúrbios visuais, respiração rápida e dificultosa, confusão mental e ausência total de suor.

Quais são os fatores de risco?

Infelizmente, existem alguns grupos de pessoas que apresentam maior predisposição para ter uma insolação. Bem como alguns comportamentos que devem ser evitados.

As crianças, os idosos e as pessoas com doenças crônicas, por exemplo, devem ter um cuidado especial em relação a esse problema. Pois podem ter efeitos colaterais graves.

Quem costuma fazer uso de medicamentos para pressão alta, antidepressivos, antipsicóticos e diuréticos também deve ficar de olho nos perigos da insolação.

Quem não tem o costume de ingerir líquidos durante o dia, bem como abusa do álcool ou da cafeína deve repensar os seus conceitos sobre hidratação.

Vale ressaltar que a insolação pode ocorrer em qualquer tipo de pele, no entanto, costuma ser pior entre as pessoas com pele clara suscetíveis à queimadura solar.

Quais são os perigos da insolação para a saúde?

Se a insolação não for tratada de forma adequada, há uma grande chance de termos complicações em órgãos vitais do nosso corpo — inclusive podendo levar a óbito.

Em parte dos casos, as pessoas que sobrevivem podem não se recuperar por completo e ter problemas sérios na coordenação motora e no funcionamento dos rins.

Uma das características mais intensas da insolação é a desidratação. Por conta da evacuação de resíduos por meio de vômitos e diarreia.

Dependendo da gravidade, podem surgir queimaduras de 2º ou 3º grau na pele, aumentando o risco de a pessoa apresentar algum tipo de infecção.

Além de danos ao coração, cérebro e músculos, o descuido frequente em relação à proteção em dias quentes pode desencadear até um câncer de pele.

Como é realizado o diagnóstico?

Conforme a pessoa apresenta os sintomas da insolação, os profissionais de saúde fazem uma avaliação clínica e podem pedir exames para confirmar o diagnóstico.

Esses exames também servem para verificar se houve algum dano no organismo, sendo que os principais solicitados são:

  • hemograma — a fim de ver as taxas de potássio e sódio, além de verificar possíveis danos no sistema nervoso;
  • exame de urina — para checar se os rins estão funcionando adequadamente;
  • testes de função muscular — investigar possíveis danos ao tecido muscular;
  • exame de raio-X — a fim de visualizar se há danos em outros locais do corpo.

Os clínicos gerais, os dermatologistas e os pediatras (no caso das crianças) são os profissionais gabaritados para apurar prováveis casos de insolação.

Quais são os primeiros socorros?

Em casos de demora no atendimento médico, existem algumas técnicas para amenizar o sofrimento das pessoas que podem estar com insolação.

A primeira atitude é hidratar a pessoa borrifando água delicadamente e levá-la para um local fresco.
Que seja bem ventilado e com sombra de preferência.

Caso a pessoa esteja consciente, o ideal é deixá-la em repouso e com a cabeça elevada para não piorar. Logo depois, aplique compressas de água fria na testa, pescoços e axilas.

A intenção é sempre tentar baixar a temperatura corporal até um estado aceitável. Para minimizar possíveis riscos à saúde antes do atendimento ambulatorial. 

Como é o tratamento da insolação?

A insolação não é um bicho de sete cabeças e tem cura sim. Os primeiros tratamentos podem ser feitos com hidratação intravenosa.

A administração de soro na veia é essencial para repor os sais minerais perdidos. Sendo importante também acompanhar a temperatura da pessoa periodicamente.

No ambiente hospitalar, há um esforço para acelerar o resfriamento do corpo. Para cobrir a pele com água em estado líquido ou gelo.

Em situações de convulsões, os pacientes podem ser afastados de objetos que gerem ferimentos, sendo que cada caso é tratado com o máximo de cuidado.

Como evitar e quais cuidados são necessários?

Em busca de uma vida mais saudável e de evitar possíveis complicações decorrentes da insolação, o ideal é tomar algumas medidas preventivas.

A primeira delas é utilizar um bom protetor solar de acordo com o seu tipo de pele. Evite permanecer sob a incidência de raios solares entre 10h e 16h.

É relevante usar chapéus para se proteger dos efeitos do calor. Bem como vestir roupas leves e de cores claras a fim de evitar a absorção de altas temperaturas.

Hidrate-se com água mineral, água de coco ou sucos naturais ao decorrer de um dia quente. Assim é possível evitar os riscos de desidratação do corpo.

Em dias de calor intenso, consuma alimentos mais leves como verduras e frutas.
Evite aglomerações e prefira ambientes bem arejados. 

Por fim, fica sempre a recomendação de buscar ajuda médica assim que surgirem os primeiros sinais de insolação. De modo que consiga ter um atendimento especializado e possa cuidar bem da saúde.

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