Como saber se você já foi infectado pelo COVID-19?

Será que você já foi infectado pelo Covid-19 e não sabe? O Covid-19 é uma doença relativamente nova. Ainda que a situação de pandemia exista há alguns meses, é relativamente pouco tempo para sabermos como lidar com esse novo cenário. Por isso, existem muitas dúvidas sobre o tema.

De fato, com o alto número de pessoas infectadas que são assintomáticas (estima-se que sejam entre 20% e 45%), uma dúvida comum de muitas pessoas que pretendem proteger seus familiares e amigos é: como saber se já fui infectado pelo Covid-19? Vamos auxiliá-lo nisso. Boa leitura.

Quais os principais sintomas do Covid-19?

Antes de qualquer coisa, é importante saber identificar quais são os principais sintomas da doença. Afinal, é por meio disso que podemos suspeitar se você já foi infectado pelo Covid-19. Os principais que ocorrem são:

  • febre;
  • tosse seca;
  • forte cansaço;
  • dores articulares;
  • desconforto;
  • dor no pulmão;
  • dor de garganta;
  • diarreia;
  • conjuntivite;
  • dores de cabeça;
  • perda de paladar e olfato;
  • descoloração dos dados das mãos ou dos pés;
  • dificuldade para respirar;
  • dor ou pressão no peito;
  • perda de fala ou movimento;
  • perda de consciência;
  • confusão mental.

A princípio, os últimos 5 sintomas são os mais graves. Caso você tenha algum deles, deve procurar um hospital para avaliar o seu caso. Caso tenha os relatados anteriormente, a recomendação geral é que você acompanhe a evolução dos sintomas em casa.

Como saber se já foi infectado pelo Covid-19?

Em suma, nem todas as pessoas, atualmente, podem ficar em casa aguardando, sendo necessário tirar a dúvida se já foi infectado pelo Covid-19. É o caso, por exemplo, de quem é responsável por cuidar de pessoas do grupo de risco, ou que precisem continuar suas atividades de trabalho e não possam trabalhar em casa.

Nesse sentido, há diversas situações nas quais é necessário identificar se já ocorreu a infecção. Isso ocorre somente por meio de dois exames: RT-PCR e sorologia. Vejamos as principais diferenças entre eles a seguir.

Sorologia

Ele é feito por meio de coleta de sangue e avalia se há a presença de antígenos no seu corpo que evidenciem que você foi infectado pelo Covid-19. Não necessariamente o seu resultado positivo significa que esteja com o vírus ativo no momento.

O resultado sai em até 2 dias úteis e é realizado por meio de coleta de sangue. Seu índice de confiabilidade é de 95% e analisa os anticorpos totais, diferente do exame que apresentaremos a seguir.

Valor: R$ 149,00.

infectado pelo Covid-19

Teste rápido IGG/IGM

Trata-se do teste que detecta se o paciente já teve contato com o vírus e se desenvolveu anticorpos, por meio de uma análise separada (IGG/IGM). Caso apareça um resultado positivo em um dos exames, os médicos orientam para a realização do RT-PCR para conferência.

Uma de suas principais vantagens é que o resultado sai no mesmo dia, desde que a coleta de sangue seja feita até às 19h. Seu índice de confiabilidade é de 80%.

Valor: R$ 220

RT-PCR

É considerado o padrão ouro para detecção do vírus em atuação no momento. Por meio de coleta por swab (uma espécie de cotonete que coleta o material dentro da mucosa nasal), coleta-se secreção da região e verifica-se se há presença do vírus ativo.

Assim sendo, em caso positivo, significa que você está, no presente momento, infectado pelo Covid-19. O resultado do RT-PCR sai até o dia seguinte da coleta, até o final do dia.

Valor: R$ 350,00

Quando é o momento correto de realizar o exame para Covid-19?

Sobretudo, cada exame tem o momento certo para ser realizado, ou pode levar a possíveis falso negativos. Vejamos a seguir as diferenças de tempo entre eles:

  • sorologia (IgM/IgG): deve ser feito a partir do 10º dia da manifestação dos sintomas ou do contato com a pessoa infectada/
  • RT-PCR: possui maior eficácia quando coletado a partir do 3º dia dos sintomas.

Saber se foi infectado pelo Covid-19 e, também, identificar se está com a doença ativa ou não, é fundamental para que possa tomar as medidas de proteção necessárias de isolamento, atenção aos sintomas e proteger você e outras pessoas. Por isso, esteja atento às diferenças entre os exames e escolha o que for mais adequado para a sua situação.

Tirou suas dúvidas sobre o tema? Então aproveite e entenda como proteger a família contra o Covid-19 neste artigo.

Caso você tenha alguma dúvida sobre qual tipo de exame realizar entre em contato conosco via Whatsapp.


coronavirus

Quais as diferenças entre os exames de covid-19?

A pandemia do novo coronavírus exige nossa atenção para os cuidados com a saúde. E, entre eles, estão a necessidade de identificar o momento correto de fazer os exames para Covid-19 e, assim, fazer as intervenções necessárias no momento correto.

Contudo, para isso, é importante saber quais são as diferenças entre os exames adotados atualmente, sabendo quando adotar cada um deles. Vamos falar mais sobre este conceito neste artigo. Boa leitura!

RT-PCR

Em primeiro lugar, o RT-PCR é considerado o padrão-ouro dos exames de Covid-19. Ele permite analisar, no material coletado, se há a detecção do RNA do vírus responsável pela doença (o SARS-CoV-2). O material é coletado por meio de secreção raspada da região de nasofaringe e orofaringe, por meio do swab.

Depois disso, os responsáveis pelo exame farão os seguintes passos:

  • É transformado o RNA do vírus em DNA;
  • O DNA é ampliado;
  • Caso, durante a análise, se manifestar a presença de material genético compatível com o SARS-CoV-2. Caso sim, o equipamento aponta que o resultado do exame é positivo.

O material precisa ser coletado entre o 3º e 10º dia dos sintomas, pois é o período no qual há carga viral suficiente para que o conteúdo genético apareça na amostra. No período anterior, não há material suficiente e, depois, a tendência é diminuir consideravelmente.

Nesse sentido, é o exame que permite confirmar, com maior precisão, se a infecção está ativa no paciente.

Sorológico

Em segundo lugar, vem o exame sorológico de Covid-19, que também é importante a ser feito. Ele analisa outras questões diferentes do RT-PCR, focando mais na resposta imunológica do organismo.

Assim, ele expõe a detecção dos anticorpos IgA, IgM e IgG e é realizado por meio da análise de material sanguíneo.

Sua recomendação é que o material seja coletado 10 dias após o surgimento dos sintomas, de forma a detectar se o organismo já apresentou resposta imune ao vírus e esse é o período médio no qual o corpo realiza este tipo de ação.

Assim, o exame possui dois problemas:

  • O paciente pode estar com a infecção e ainda não apresentar uma resposta imunológica, podendo gerar um falso negativo. Ainda há os casos nos quais as pessoas não desenvolvem anticorpos detectáveis;
  • O paciente pode ter a presença dos anticorpos por uma infecção anterior, mas não estar com ela ativa mais, ou seja, estar curado e ter uma sorologia positiva.

Teste rápido de Covid-19

Em terceiro lugar temos o teste rápido que é uma das opções mais utilizadas no mercado por quem precisa de respostas rápidas sobre uma possível infecção. Há dois tipos principais:

  • Os que detectam proteínas do vírus na fase de infecção (antígeno);
  • Os que detectam anticorpos do organismo para combater o vírus.

Assim, com o teste rápido, é possível decidir de forma ágil qual será a melhor conduta. Normalmente é solicitado ou realizado em situações nas quais é preciso resolver a questão rapidamente, para evitar exposição de outras pessoas.

Por exemplo, uma pessoa que precise viajar e dependa de ter o resultado rapidamente em mãos. Os resultados saem, em média, em 24h.

Contudo, são testes que possuem uma precisão baixa em comparação com os outros métodos, podendo gerar falsos negativos.

Conhecer os principais exames para o Corona Vírus permite saber quais são as melhores indicações caso a caso, quando você suspeitar da doença. Ainda assim, caso tenha os sintomas, o importante é conversar com um médico de confiança (mesmo que seja pela opção por telemedicina) e tirar suas dúvidas sobre o tema.

Aproveite e compartilhe este conteúdo para tirar dúvidas de outras pessoas sobre os exames de Covid-19.

Caso você tenha alguma dúvida sobre qual tipo de exame realizar entre em contato conosco via Whatsapp.

 


Geneticista: o que é e quando devo procurar um?

Você já sentiu a necessidade de ter uma opinião mais aprofundada a respeito de alguns diagnósticos médicos? Por acaso conhece a importância de um geneticista? 

A genética médica é tida como uma especialidade independente, sendo relativamente nova na medicina em geral, portanto, nem todo mundo tem conhecimento do potencial de contar com profissionais capacitados em investigar os genes.

Muito antes de pensar em um check-up médico, acompanhe a leitura e veja o que faz um geneticista, quais são as etapas de aconselhamento genético e quando se consultar!

O que é um profissional geneticista?

Esse tipo de profissional é um médico focado na área de genética, que possuem como base o estudo dos genes, a fim de obter as informações contidas neles e, a partir disso, desenvolver um acompanhamento estratégico.

Em uma analogia simples, eles atuam como arqueólogos do nosso código genético, vasculhando a história por trás de doenças que podem ter origens antepassadas.

Dentro da genética clínica, esses profissionais serão responsáveis pelo diagnóstico, possível tratamento e aconselhamento a respeito das condições genéticas da pessoa.

Como existem milhares de síndromes genéticas distintas, o geneticista atua em conjunto com outros especialistas para resolver os problemas de forma eficaz.

Além disso, esse médico tem um importante papel de apoiar os pacientes diante das decisões tomadas, fornecendo as melhores alternativas a partir das análises clínicas.

Quais são as etapas do aconselhamento genético?

De forma geral, o aconselhamento genético é dividido em cinco etapas: anamnese, exame físico, cálculo de risco, exames complementares e elaboração de hipóteses.

Resumidamente, veja abaixo como funciona cada etapa do processo, de modo que consiga compreender a linha de raciocínio utilizada nessa área de atuação.

Anamnese

Na primeira etapa, a intenção é fazer um questionário verbal para apurar o máximo de informações possíveis sobre o histórico familiar, principalmente sobre doenças.

Essa tomada de informações serve para construir o heredograma, que é uma espécie de mapa genético da família, mediante a perguntas pessoais para entender a situação.

Exame Físico

A partir da coleta de dados e modelagem de informações, cabe ao profissional realizar um exame físico morfológico, dando atenção às características, medidas e lesões.

É feita também uma análise de fotos da infância da pessoa afetada ou, caso seja necessário, de parentes falecidos que tinham o mesmo problema genético.

Cálculo de Risco

Quando há alguma suspeita de síndrome de predisposição ao câncer de forma hereditária, faz-se uma estimativa estatística da pessoa ser portadora da mutação.

Tudo isso é feito por meio de softwares de cálculo de risco, que analisam também a probabilidade dos pacientes e familiares desenvolverem algum tipo de tumor.

Exames Complementares

Pode ser solicitado um ou mais exames complementares para investigar a situação, de modo que haja um embasamento claro após a consulta, o exame físico e os cálculos. 

É comum, por exemplo, a recomendação de exames de cariótipo, bioquímicos para doenças metabólicas, moleculares em DNA, cromossomos fetais e assim por diante.

Hipóteses Diagnósticas

Diante da possibilidade de um diagnóstico de síndrome hereditária, os desdobramentos serão devidamente acompanhados pelo médico geneticista.

Elabora-se algumas hipóteses, novos sintomas são analisados e outros familiares podem ser avaliados, sendo crucial o suporte psicológico para cuidar da saúde mental.

Quais são as perguntas que você pode fazer para facilitar o entendimento?

Por mais que as funções de um geneticista sejam complexas, quando há uma comunicação sem ruídos, a chance de a consulta ser produtiva é muito melhor.

Tendo isso em vista, o ideal é ter um próprio checklist de perguntas para fazer a esse profissional, especialmente na primeira etapa do processo. 

Você pode perguntar, por exemplo, como uma pessoa adquire tal condição genética, pedindo ao profissional para que explique da maneira mais didática possível.

Questionar sobre tipos de exames, possíveis precauções na gravidez, características da condição genética e os cuidados necessários ao longo da vida são tópicos úteis.

Demonstre suas dúvidas em relação às outras etapas do processo, especialmente pensando no que se refere à hipótese de um tratamento e as consequências dele.

Pergunte também sobre a possibilidade de outros familiares terem essa condição, possíveis especialistas que podem contribuir no caso e fontes extras de informações.

Quais são os tipos de exames que podem ser solicitados?

Dependendo da situação analisada, bem como o interesse dos pacientes em relação a um determinado objetivo de vida, alguns exames podem ser indicados.

No caso de colesterol alto familiar, por exemplo, testes genéticos podem ser submetidos para averiguar fatores de risco para doenças cardiovasculares.

A rejeição do corpo em relação a um medicamento utilizado pode ser analisada também, pois, com a investigação genética, é possível indicar os fármacos certos.

Caso uma gestante tenha muita preocupação quanto aos riscos de cromossomopatias afetarem o bebê, um exame não-invasivo durante o pré-natal pode ser indicado.

Ainda em relação a preocupação de doenças futuras, os recém-nascidos podem ser analisados por meio do teste da bochechinha, que identifica mais de 310 doenças.

Exames genéticos para descobrir a paternidade, o sexo do bebê, condições nutricionais, aptidão física e saúde metabólica também são relevantes.

Quando devo procurar esse especialista?

Embora haja milhares de situações em que a avaliação de um geneticista é adequada, podemos desmembrar a importância desse aconselhamento em três grupos:

  • pré-concepcionais ou pré-natais;
  • condições pediátricas;
  • condições provenientes da idade adulta.

No primeiro grupo, a exposição da mãe a questões de radiação, drogas, álcool, medicações e outros fatores pode ter desdobramentos genéticos para o bebê.

Perdas gestacionais recorrentes, bem como um histórico familiar de complicações na gestação também exige um olhar de profissionais geneticistas.

Durante a faixa pediátrica, pode-se apurar situações de malformação do corpo, assimetria corpórea, obesidade, doenças metabólicas, surdez, tumores etc. 

Já na idade adulta, condições de atraso da puberdade, infertilidade, cânceres associados a mutações, distrofia muscular, regressão neurológica, entre outros casos.

 

Em resumo, perceba que o profissional geneticista tem várias atribuições importantíssimas em um processo de acompanhamento médico, sendo peça-chave no entendimento de alguns diagnósticos.

Gostou das informações que trouxemos sobre geneticista? Quer ler outro conteúdo sobre saúde? Então, veja quais doenças podem ser prevenidas com vacinas!


Capture the Beauty of Nature through Photography

Many years ago, I worked for my parents who own a video production company. Because it is a family business, you inevitably end up wearing many hats and being the czar of many different jobs. I mainly managed projects and worked as a video editor. On production, there were times that I was called on to work as an audio tech and was made to wear headphones on long production days. In those days, having a really good set of headphones that picked up every nuance of sound was essential to making sure the client got what they needed. Naturally, my first impression of these headphones is based off of the look of them. They have a classic over-the-ear style that is highlighted by a blue light that indicates the power for the noise canceling. The padding on the ear pieces seems adequate for extended usage periods.

They are wired headphones, but the stereo mini-plug cable is detachable. Something else I noticed right of the bat was the very nice carrying case that comes with them. It has a hard plastic exterior with a soft cloth interior that helps to protect the surface of the headphones from scratches. I never truly appreciated cases for headphones until I started carrying them from place-to-place. Now I can’t imagine not having a case. Once I gave the headphones a thorough once-over exam, I tried them on. As I mentioned, they have a classic over-the-ear style and just looking at them, the padding on the ear pieces seem adequate and the peak of the headband seemed to be a bit lacking, but you don’t really know comfort unless you try on the product. So, I slipped the headphones on and found them to be exquisitely comfortable.

If you look at what you have in life, you'll always have more. If you look at what you don't have in life, you'll never have enough.
Oprah Winfrey

Now that I had the headphones on my head, I was finally ready to plug and play some music. I plugged the provided cable into the jack on the headphones and then the one on my iPhone. Then I called up Pandora. I tend to have a very eclectic music purview and have many stations set up for different moods. the sound quality of these headphones was remarkable. There is an amazing depth of sound and incredible highs and lows that make listening to music a truly breathtaking experience. In order to test how voices sounded, and the overall art of mixing, I pulled up Netflix on my iPad Air and watched a few minutes of a movie to hear all the nuances of the film.

None of them were lost. In fact, I ended up hearing sounds that I hadn’t heard before. Echoes…birds chirping…wind blowing through trees…breathing of the characters…it was very impressive what the headphones ended up bringing out for me.


How to Be in the Flow and Create Something Beautiful

Just the other day I happened to wake up early. That is unusual for an engineering student. After a long time I could witness the sunrise. I could feel the sun rays falling on my body. Usual morning is followed by hustle to make it to college on time. This morning was just another morning yet seemed different.

Witnessing calm and quiet atmosphere, clear and fresh air seemed like a miracle to me. I wanted this time to last longer since I was not sure if I would be able to witness it again, knowing my habit of succumbing to schedule. There was this unusual serenity that comforted my mind. It dawned on me, how distant I had been from nature. Standing near the compound’s gate, feeling the moistness that the air carried, I thought about my life so far.

Your time is limited, so don't waste it living someone else's life. Don't be trapped by dogma – which is living with the results of other people's thinking.
Steve Jobs

I was good at academics, so decisions of my life had been pretty simple and straight. Being pretty confident I would make it to the best junior college of my town in the first round itself, never made me consider any other option. I loved psychology since childhood, but engineering was the safest option. Being born in a middle class family, thinking of risking your career to make it to medical field was not sane. I grew up hearing ‘Only doctor’s children can afford that field’ and finally ended up believing it. No one around me believed in taking risks. Everyone worshiped security. I grew up doing the same.

‘Being in the top will only grant you a good life’ has been the mantra of my life. But at times, I wish I was an average student. I wish decisions would have not been so straightforward. Maybe I would have played cricket- the only thing I feel passionate about. Or maybe I would have studied literature (literature drives me crazy). Isn’t that disappointing- me wishing to be bad at academics. It’s like at times I hate myself for the stuff I am good at.

When you step out of these four walls on a peaceful morning, you realize how much nature has to offer to you. Its boundless. Your thoughts, worries, deadlines won’t resonate here. Everything will flow away along with the wind. And you will realize every answer you had been looking for, was always known to you. It would mean a lot to me if you recommend this article and help me improve.


I Like Keep Things Simple to Appreciate the Details

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I was good at academics, so decisions of my life had been pretty simple and straight. Being pretty confident I would make it to the best junior college of my town in the first round itself, never made me consider any other option. I loved psychology since childhood, but engineering was the safest option. Being born in a middle class family, thinking of risking your career to make it to medical field was not sane. I grew up hearing ‘Only doctor’s children can afford that field’ and finally ended up believing it. No one around me believed in taking risks. Everyone worshiped security. I grew up doing the same.

‘Being in the top will only grant you a good life’ has been the mantra of my life. But at times, I wish I was an average student. I wish decisions would have not been so straightforward. Maybe I would have played cricket- the only thing I feel passionate about. Or maybe I would have studied literature (literature drives me crazy). Isn’t that disappointing- me wishing to be bad at academics. It’s like at times I hate myself for the stuff I am good at.

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Thriving for Simplicity and Ease of Use Sharing Knowledge

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import styles from './MyComponent.css';
import React, { Component } from 'react';
export default class MyComponent extends Component {
 render() {
    return (
      <div>
        <div className={styles.foo}>Foo</div>
        <div className={styles.bar}>Bar</div>
      </div>
    );
  }

I was good at academics, so decisions of my life had been pretty simple and straight. Being pretty confident I would make it to the best junior college of my town in the first round itself, never made me consider any other option. I loved psychology since childhood, but engineering was the safest option. Being born in a middle class family, thinking of risking your career to make it to medical field was not sane. I grew up hearing ‘Only doctor’s children can afford that field’ and finally ended up believing it. No one around me believed in taking risks. Everyone worshiped security. I grew up doing the same.

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When you step out of these four walls on a peaceful morning, you realize how much nature has to offer to you. Its boundless. Your thoughts, worries, deadlines won’t resonate here. Everything will flow away along with the wind. And you will realize every answer you had been looking for, was always known to you. It would mean a lot to me if you recommend this article and help me improve.


Entenda quais são os principais sintomas do câncer de próstata

Câncer de próstata: conheça os sintomas e saiba como se prevenir

Entenda quais são os principais sintomas do câncer de próstata

Segundo dados do Ministério da Saúde, os homens costumam viver 7,3 anos a menos do que a população feminina, sendo que muitos evitam se consultar periodicamente e isso pode, por exemplo, resultar no descobrimento tardio de um câncer de próstata.

Fazer um check-up completo é imprescindível para qualquer homem, só que nem todos encaram isso como necessário, muito por conta da falta de informação ou preconceito sobre como é feito alguns exames.

Neste artigo, a intenção é apresentar as principais perguntas e respostas sobre o câncer de próstata e indicar os melhores caminhos. Prossiga na leitura e confira!

 

O que é o câncer de próstata?

A princípio, é importante mencionar que a próstata é uma glândula que fica abaixo da bexiga, sendo responsável diretamente pela produção de fluidos e nutrientes que constituem o esperma. 

Embora seja uma parte fundamental da saúde masculina, essa glândula não tem a função de estimular a ereção, mas sim nutrir e proteger os espermatozoides, sendo que sua forma pode aumentar de tamanho com o tempo.

Dependendo de uma série de fatores de risco, existe a possibilidade de surgir um tumor que afeta a glândula em si, de modo que seu crescimento é bem lento e pode não emitir sinais aparentes. 

Quando o tumor é benigno, a tendência é que haja a compressão de órgãos vizinhos, mas que raramente acaba prejudicando o estado geral do paciente.

No entanto, se for maligno, isso pode representar um câncer de próstata e ter a capacidade de se espalhar para outros órgãos, o que na medicina é chamado de metástase e pode levar à morte

Em outras palavras, esse câncer se trata de uma multiplicação desestruturada das células da próstata, endurecendo a glândula e podendo ser mais agressivo a cada mutação.

 

Quais são os principais sintomas do câncer de próstata?

Geralmente, essa doença tem uma evolução considerada silenciosa, o que induz muitos homens a desdenharem da situação e não se consultarem pelo simples fato de acharem que está tudo bem. 

Quando há a percepção de sinais, eles podem ser confundidos com o crescimento benigno do tumor, que também é conhecido como HBP (Hiperplasia Benigna da Próstata) ou Prostatite (inflamação da próstata por causa de bactérias).

Pelo fato da próstata revestir o canal da uretra, um tumor presente na glândula resulta sérias dificuldades em urinar, tendo a possibilidade de aparecer sangue na micção e a necessidade de fazer xixi mais vezes durante o dia. 

Problemas em ter ou manter a ereção podem acontecer também, sendo que, em uma fase mais avançada, corre o risco de surgir dores na região lombar, na bacia ou, até mesmo, nos joelhos.

 

Quais são os fatores de risco?

Assim como qualquer doença, existem alguns fatores de risco que precisam ser observados com atenção, a fim de obter um diagnóstico precoce por meio de exames preventivos. 

A idade é o primeiro aspecto considerado em uma avaliação desse tipo, principalmente se o homem estiver com 50 anos ou mais, levando em conta que o crescimento da glândula tem maiores chances de ocorrer com o avançar da idade.

O histórico familiar é outro ponto fundamental a ser investigado, pois os homens em que o irmão, pai ou avô tiveram câncer antes dos 65 anos, naturalmente são encarados como grupo de risco. 

Os maus hábitos alimentares aliados ao sedentarismo também representam um sinal de alerta para os homens, pois aspectos de sobrepeso ou obesidade tendem a aumentar as chances de câncer de próstata. 

Para se ter uma ideia do perigo, de acordo com dados do Instituto Lado a Lado pela Vida, 49% dos homens entrevistados consomem muito açúcar e 29% não costuma fazer qualquer atividade física. 

Além disso, questões étnicas também entram em pauta, porque homens negros podem apresentar maiores chances de desenvolver um câncer de próstata precoce, sendo necessário o acompanhamento a partir dos 40 anos.

 

Como fazer o diagnóstico?

A realização de exames com antecedência é primordial para ter um diagnóstico preciso e, com isso, afastar a possibilidade de um estágio avançado, aumentando assim a longevidade dos pacientes. 

A princípio, o urologista pode requisitar o teste de PSA (Antígeno Prostático Específico), que é um tipo de exame de sangue capaz de medir a quantidade de proteínas inerentes à próstata.

O intuito é averiguar o nível de proteínas produzidas, sendo que uma dosagem de PSA alta não necessariamente pode indicar a presença de um câncer, mas valores baixos não isentam a possibilidade de ocorrer futuramente. 

Sendo assim, o PSA deve ser utilizado como complemento do exame de toque retal, onde o médico, a partir do tato, pode avaliar o tamanho, a textura e a forma da próstata. 

Todavia, se houver qualquer alteração nos dois exames, o urologista pode indicar a realização de uma biópsia, a fim de retirar pedaços pequenos da próstata para uma análise mais precisa em laboratório. 

Em relação ao tratamento, pode ser feito por meio de radioterapia, cirurgia oncológica, tratamento hormonal ou mesmo uma observação vigilante, dependendo dos riscos e das avaliações médicas.

 

Como se prevenir contra o câncer de próstata? 

Levando em consideração os pontos cruciais que podem levar a incidência de um câncer de próstata, a primeira recomendação é ficar de olho no estado de saúde e buscar um diagnóstico antecipado para se antever ao perigo. 

A mudança no estilo de vida também é uma forma clara de minimizar as chances de câncer, principalmente no que se refere ao alcoolismo e tabagismo, que podem resultar em outros malefícios para o organismo. 

Da mesma forma, a prática regular de exercícios físicos tem a capacidade de normalizar o peso, conferindo um progresso saudável em relação às demais células.

a alimentação deve ser balanceada, ou seja, rica em legumes, verduras, frutas, cereais e grãos, além é claro de evitar o consumo excessivo de gordura. 

Atitudes assim podem prevenir não somente essa doença, mas situações como hipertensão, problemas de colesterol, diabetes, insuficiência respiratória e assim por diante.

 

Em resumo, perceba que a consulta médica, aliada aos exames laboratoriais, é essencial para avaliar possíveis casos de câncer de próstata e dar as devidas orientações aos pacientes.

Achou interessante o assunto e quer ficar de olho em outros conteúdos voltados aos homens? Então, verifique aqui como funciona o teste de paternidade!


Tipos de diabetes: saiba quais são os existentes

Afinal, você sabe quais são os tipos de diabetes que existem?

Tipos de diabetes: saiba quais são os existentes

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 400 milhões de pessoas no mundo convivem com um dos tipos de diabetes existentes. 

Por mais que seja tentador experimentar doces suculentos ao longo da vida, altas doses de açúcar no sangue podem proporcionar problemas sérios, por exemplo, assim como os idosos, os diabéticos correm mais riscos com a COVID-19.

Tendo isso em vista, trouxemos algumas informações essenciais para que compreenda melhor o funcionamento da diabetes e o que fazer para tratar. Confira!

 

Quais são as causas da diabetes?

Antes de entendermos as causas, devemos compreender a importância da insulina no corpo, que é fabricada no pâncreas e tem a missão de controlar a glicose no sangue.

Basicamente, a insulina faz companhia para gordura e glicose no sangue, levando-as até as membranas celulares, onde as proteínas sintetizadas pelo DNA entram em ação.

Pois bem, a diabetes ocorre quando o pâncreas não consegue gerar insulina em quantidade suficiente ou quando há mutações nas proteínas que fazem o processo.

Sem o funcionamento adequado de cada setor, surge uma barreira de gordura, a insulina se torna ineficaz e a glicose acumula, perdendo a chance de virar energia.

Um nível alto de glicose no sangue pode gerar quadros clínicos complicados, levando a danos em órgãos essenciais e gerar o entupimento de vasos sanguíneos.

O estilo de vida desregrado é uma das principais causas da diabetes, cujo pedido de um exame de sangue e urina para avaliar a situação é apenas o início da avaliação.

Fatores como excesso de peso, pressão alta, idade acima de 40 anos, apneia do sono, sedentarismo e predisposição genética também podem ser grandes culpados.

 

Quais são os tipos de diabetes?

Só que a complexidade da diabetes não para por aí, pois ainda há divisões indispensáveis que precisamos identificar para lidar com a doença da forma certa.

Sendo assim, preparamos abaixo um breve resumo a respeito dos tipos de diabetes, mostrando suas características, sintomas e demais informações relevantes.

Diabetes tipo 1

Geralmente, a diabetes tipo 1 aparece mais entre crianças, adolescentes e adultos jovens, cujo problema é que o pâncreas não produz a insulina como deveria.

Isso ocorre por uma “falha de comunicação” do sistema imunológico, que ataca as células beta do pâncreas de forma equivocada, ocasionando a deficiência de insulina.

Esse tipo de doença pode surgir por conta de uma herança genética em parceria com infecções virais, que corresponde a 5 e 10% das pessoas que manifestam a diabetes.

Sede excessiva, fraqueza, mudanças de humor, vômito, emagrecimento, náuseas, vontade frequente de urinar ou fome em demasia podem ser sintomas do tipo 1.

Diabetes tipo 2

Já a tipo 2, que corresponde a 90 e 95% dos casos de diabetes, ocorre quando o nosso organismo apresenta resistência à insulina ou não tem a eficiência ideal para produzir.

Tende a se manifestar mais em adultos, mas as crianças também correm o risco de apresentar essa variação da doença, exigindo um olhar atento à taxa de glicemia.

Os maus hábitos alimentares que levam a obesidade, inevitavelmente podem ocasionar diabetes, bem como o aumento do estresse e a falta de exercícios físicos.

Vale ressaltar que as pessoas podem levar um bom tempo para identificar a diabetes tipo 2, muito por conta dela se manifestar de forma silenciosa no organismo.

Diabetes Gestacional

Visando o desenvolvimento do bebê, a gravidez provoca uma verdadeira mudança no equilíbrio hormonal da mulher, mas também ocasiona complicações como a diabetes.

Para se ter uma ideia de como isso ocorre, a placenta é uma fonte de hormônios que inibe as ações da insulina, fazendo com que o pâncreas aumente a produção.

No entanto, em algumas mulheres isso não acontece de fato e, com isso, o bebê é exposto ao acúmulo de glicose, podendo ter consequências do parto até a vida adulta.

De forma geral, entre os tipos de diabetes, esse é o que desprende maior cuidado e deve ser feito um bom acompanhamento por meio de exames periódicos.

Outros tipos de diabetes

Embora sejam tipos de diabetes incomuns, LADA (Latent Autoimmune Diabetes in Adults) e MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young) podem preocupar também.

A primeira é vista como um surgimento tardio da diabetes 1. Ou seja, acometidos em adultos acima de 35 anos de idade, atingindo apenas 2% da população. 

Já o segundo caso é um pouco mais complexo e tem a ver com defeitos genéticos. Ele aparece antes dos 25 anos e pode se confundir entre os tipos 1 e 2.

Além de problemas nos genes e nas funções da insulina, doenças no pâncreas e defeitos incentivados pelo uso de drogas podem resultar em diabetes atípicas.

 

Quais são as formas de tratamento?

As formas de tratamento dependerão bastante dos tipos de diabetes diagnosticados, sendo que os seguintes exames são primordiais nesse processo: 

  • glicemia de jejum — serve para medir o nível de açúcar no sangue, sendo que os valores de referência ficam entre 70 a 99 mg/dL;
  • hemoglobina glicada — julga a média de concentração entre hemoglobina e glicose, de modo que pessoas sadias estão entre 4,5% e 5,7% de referência;
  • curva glicêmica — tem o intuito de medir a velocidade com a qual o nosso corpo absorve a glicose, tendo como referência abaixo 100 mg/dL em jejum e 140 mg/dL após duas horas.

Feito o diagnóstico, pacientes com o tipo 1 devem aplicar injeções diárias de insulina no corpo, a fim de manterem a normalidade da glicose no sangue.

No tipo 2, a orientação é mais para que os pacientes tenham uma dieta mais balanceada, evitando alimentos gordurosos para que o peso diminua gradativamente.

Medicamentos específicos podem ser receitados, mas isso dependerá da análise médica a partir dos resultados laboratoriais, ou seja, cada caso é tratado com cuidado.

Inclusive, a depressão tende a ter fortes impactos no controle glicêmico, sendo importante também avaliar a saúde mental para um tratamento mais empático.

 

Afinal, diabetes tem cura?

Embora a medicina enxergue que não há uma cura para a diabetes a partir do seu diagnóstico, os pacientes podem controlar os efeitos da doença.

Para tanto, torna-se fundamental adotar um estilo de vida diferente, de modo que seja necessário se alimentar melhor, fazer atividades físicas, parar de fumar etc.

Além disso, as pessoas diagnosticadas devem realizar acompanhamentos médicos rotineiros, utilizar os medicamentos prescritos e seguir as orientações à risca.

O ideal é evitar o excesso de peso, cuidar bem do pâncreas e medir as dosagens de glicemia no sangue, tendo uma melhoria na qualidade de vida como objetivo.

 

Em resumo, por mais que os tipos de diabetes sejam preocupantes conforme o estado clínico dos pacientes, pode-se controlar a doença e lidar com seus efeitos de modo que viva de forma saudável.

Por falar nesse assunto, aproveite que chegou até aqui e participe agora mesmo do nosso desafio de 10 dias para ter uma vida mais saudável!


Entenda quais são os efeitos do colesterol alto para o seu organismo

Descubra tudo o que você precisa saber sobre o colesterol alto

Entenda quais são os efeitos do colesterol alto para o seu organismo

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há uma estimativa de que mais de 2 milhões de mortes no mundo são por causa dos efeitos do colesterol alto.

Dados assim fazem a gente refletir a respeito do estilo de vida que adotamos, afinal, o aumento do estresse em conjunto com o consumo desenfreado de alimentos gordurosos pode ocasionar doenças cardíacas.

Para proteger a sua família e, principalmente, cuidar bem de si, acompanhe a leitura e confira um compilado de informações básicas sobre colesterol e como lidar com ele!

 

O que é colesterol e para que ele serve?

Por mais que esteja impregnado na mente das pessoas que o termo colesterol é algo ruim, olhando a situação mais a fundo veremos que não é bem assim que funciona.

O colesterol em si não é nocivo e faz parte do grupo lipídico dos esteroides naturais, ou seja, é um tipo uma gordura que promove a estrutura das membranas celulares. 

Pode-se encontrar essa molécula no fígado, intestino, músculos, pele, nervos, cérebro e até no coração, sendo importante para o funcionamento regular do nosso organismo.

Para ter noção da sua importância, ele é a base de hormônios como testosterona e estrógeno, bem como a produção de vitamina D e ácidos biliares (bons para digestão).

No entanto, assim como acontece em várias ocasiões da vida, tudo que é em excesso pode proporcionar malefícios para a nossa saúde e o colesterol não foge disso.

O acúmulo de colesterol nas artérias pode se solidificar e, com isso, gerar depósitos de gordura, gerando bloqueios na circulação de sangue, nutrientes e oxigênio.

 

Quais são os tipos de colesterol?

Todavia, quando falamos de colesterol é preciso discernir de qual está sendo exposto, isso porque existem dois grandes tipos de lipoproteínas que conduzem essa molécula.

O primeiro, chamado de LDL (Low Density Lipoprotein), é mais desajeitado ao transportar o colesterol e costuma acumular substâncias nas artérias.

Enquanto o segundo, conhecido como HDL (High Density Lipoprotein), tem a missão de recolher a sujeira do primeiro e conduzir o acúmulo até o fígado.

Basicamente, o LDL é mais ligado ao “lado sombrio da força” e quer promover a desordem, mas o HDL está sempre apostos para gerar o equilíbrio das funções.

Nunca é demais lembrar que o entupimento das artérias pode resultar em doenças cardiovasculares, como o risco de infarto e derrame.

No exame de sangue, torna-se importante saber que o nível de referência ideal de colesterol total é abaixo de 190 mg/dL, mas também é possível verificar frações:

  • LDL — tem como premissa um valor referencial abaixo de 130 mg/dL em pessoas saudáveis e 70 mg/dL em pessoas com quadros de risco;
  • HDL — em contrapartida, quanto maior o índice, melhor para a pessoa, sendo que deve ter níveis maiores que 40 mg/dL.

 

Quais são os principais sintomas e causas do colesterol alto?

A princípio, o colesterol alto não vai ligar um alerta vermelho como a febre faz em relação às bactérias e vírus. Então, o acúmulo de gordura acontece silenciosamente.

Porém, em níveis realmente muito altos, a pessoa pode sentir palpitações, dores no peito e uma falta de ar recorrente, sendo agravante até nos casos de COVID-19.

O cuidado de medir os níveis de colesterol deve, principalmente, partir de pessoas que estejam acima do peso ideal, muito por conta de uma alimentação desregulada.

O sedentarismo e o consumo exagerado de frituras, por exemplo, só facilitam o trabalho do LDL para formar bloqueios na corrente sanguínea.

 

Quais são os fatores de risco?

Assim como ocorre em muitas das doenças existentes, claro que há alguns fatores de risco que desencadeiam maiores possibilidades de apresentar um colesterol ruim alto.

Além de se empanturrar de gorduras saturadas presentes em vários alimentos industrializados, o consumo de bebidas alcoólicas também é preocupante.

Nesse mesmo sentido, parar de fumar agora mesmo pode fazer um bem enorme para o seu corpo, tendo em vista que as substâncias do cigarro se acumulam nas artérias.

O histórico familiar também é outro agravante. Isso porque é possível herdar os genes de familiares com colesterol alto e ter que fazer um acompanhamento desde a infância.

Apresentar um Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior do que 30 pode não só aumentar o risco de colesterol, como evidenciar um quadro sério de obesidade.

Além disso, mulheres no período da menopausa tendem a ter níveis mais elevados de LDL do que os homens. Esse é um agravante perigoso para doenças coronárias.

 

Quais alimentos ajudam a reduzir o colesterol? 

Levando em consideração que 30% do colesterol que circula no nosso corpo é proveniente da dieta adotada, ter uma alimentação balanceada faz a diferença.

Modificar o estilo de vida por meio de exercícios físicos e alimentação saudável é o ideal. Portanto, trouxemos alguns alimentos que favorecem o HDL e reduzem o LDL.

Peixes 

Sendo uma excelente fonte de ômega 3, que é uma espécie de gordura boa para o organismo, os peixes são primordiais no aumento do colesterol bom.

Com um consumo de duas a três vezes na semana, por exemplo, torna-se possível reduzir os triglicerídeos na corrente sanguínea e proteger o seu coração.

Frutas

Especialmente aquelas que contém muita fibra e boas doses de vitamina C, casos da laranja, maçã, pera, ameixa e limão, as frutas são incríveis para aumentar o HDL.

Nesse combo saudável, pode-se incluir também o abacate, que é rico em ácido oleico, uma gordura monoinsaturada que diminui a absorção do colesterol no intestino.

Feijão

Presente no prato de boa parte dos brasileiros, o feijão libera açúcar lentamente no corpo e em menores quantidades, sendo ainda rico em fibras solúveis.

O alto índice de proteínas e fibras do feijão fazem uma verdadeira faxina, limpando as gorduras acumuladas no fígado e, especialmente, no caminho do coração.

Soja

Sendo riquíssimo em isoflavonas, que tem as mesmas propriedades do estrógeno, a soja inibe o comportamento inadequado do LDL e incentiva o aumento de HDL.

Consumida com frequência, tende a ter um efeito positivo nos níveis de colesterol total, além de ajudar o trânsito intestinal e minimizar o risco de câncer de mama.

Por fim, vale ressaltar que crianças e adultos devem se preocupar com o colesterol alto e verificar seus níveis. O acompanhamento de clínicos gerais, endocrinologistas ou cardiologistas é essencial, dependendo da situação.

Se você achou o texto interessante e quer saber um pouco mais sobre assuntos desse tipo, veja agora mesmo a importância de fazer um check-up médico completo!